IVA dos ebooks e dos livros impressos

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O Actualidad Editorial acaba de publicar uma interessante tabela que compara o imposto sobre o valor acrescentado (IVA) aplicado aos livros impressos e aos ebooks em diferentes países do mundo. Na mesma pode constatar-se que à exceção já referida da França e do Luxemburgo, a generalidade dos países da União Europeia aplica uma taxa diferenciada aos livros quer se trate de versões em papel ou versões digitais, sendo que a estas últimas é aplicada a taxa máxima (um caso à parte é a Dinamarca, que aplica a taxa máxima tanto a uns como outros).

Já fora da UE, a situação é bastante diferente, com a inexistência de qualquer taxa tanto nos EUA como no Brasil, e uma taxa única de 10% na Rússia.

Na Europa, as diferenças nas taxas aplicadas podem chegar ao 20 pontos percentuais, no caso da Grã-Bretanha, o que encarece sobremaneira o preço final do ebook.

Apesar das boas intenções da UE em relação ao digital, esta diferenciação acaba por ser uma desvantagem competitiva para a Europa numa época de internacionalização dos mercados e é urgente pôr-lhe fim (obviamente aplicando aos ebooks a mesma taxa dos livros em papel, e não o inverso).

Livrada – ebooks em forma de cartão de oferta

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Está desde ontem disponível uma nova forma de comprar e oferecer ebooks. A empresa norte-americana Livrada , em associação com a cadeia de lojas Target, criou cartões que reproduzem a capa dos livr0s (incluindo uma descrição do mesmo) e que, depois de adquiridos, podem ser utilizados para fazer o download do respetivo ebook para um dispositivo de leitura.

Por enquanto, o serviço apenas está disponível para Kindle e Nook e com seis títulos best-sellers do New York Times, mas a empresa prevê alargar o serviço à generalidade dos e-readers e diversificar a oferta de títulos.

Este poderá ser um modelo de negócio interessante para as livrarias físicas continuarem a desempenhar o seu papel no mundo digital.

Santillana investe 20 milhões no Brasil num currículo baseado no iPad

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O grupo editorial espanhol Santillana vai investir 20 milhões de euros no Brasil para introduzir nas escolas brasileiras uma metodologia de ensino baseada no iPad.

O programa prevê o fornecimento de tablets às escolas, conteúdo pedagógico adaptado para o iPad e formação de professores.

Será oferecido um equipamento por aluno a partir do oitavo ano e um para cada grupo de dois ou três alunos dos níveis  anteriores.
Via PublishNewsBrazil

Hábitos de estudo digital dos estudantes universitários [infográfico]

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Um infográfico elaborado pela Kno, intitulado “College Kids Digital Study Habits Revealed”, que apresenta algumas estatísticas interessantes acerca da relação dos alunos universitários com o estudo.

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Via Appnewser

Wook lança aplicação de leitura na nuvem

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Boas notícias para o mercado de ebooks nacional: a Wook, a maior livraria online portuguesa, apresentou hoje um aplicação que permite a leitura de ebooks independentemente do dispositivo e do sistema operativo. Designado eWook, o sistema assenta «na utilização de um browser (programa de acesso à Internet) e permite a leitura do livro em off-line (…), apresentando características de usabilidade como a marcação de páginas, o registo de anotações, a leitura nocturna e o aumento do corpo e a alteração da fonte do texto». Os ebooks adquiridos são personalizados com nome do cliente, a fim de limitar a pirataria, são armazenados na nuvem e permitem a sincronização de leitura entre diferentes diapositivos. É também possível o empréstimo por um período de 15 dias.

O objetivo principal desta estratégia é  impulsionar o mercado do ebooks em Portugal e facilitar a entrada de todas as editoras nacionais neste mercado, encontrando-se envolvidos, nesta primeira fase, os universos editoriais do Grupo Porto Editora e Bertrand Círculo, LeYa, assim como as editoras Presença, Gradiva, Centro Atlântico, Lidel/FCA, Principia e Planeta.

Fica o vídeo de apresentação:

 

A reportagem da RTP sobre a novidade da wook pode ser vista aqui.

Via Diário Digital

Um terço dos utilizadores usa o tablet para ler ebooks

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Um inquérito da Gartner revela a crescente importância dos tablets em atividades de leitura, com mais de 50 por cento dos utilizadores inquiridos a afirmarem que preferem ler notícias, revistas e livros no ecrã do tablet, em vez de o fazer nas versões em papel. Cerca de um terço usa o tablet para ler ebooks.

O estudo foi feito no final de 2011 nos EUA, Reino Unido e Austrália e conclui que entre as atividades que estão a migrar rapidamente do PC para o tablet se inclui o email (81%), a leitura de notícias (69%) e a consulta da previsão meteorológica (63%), com 62% dos utilizadores a usar ainda os tablets para aceder às redes sociais e 60% a fazê-lo para jogar.
photo credit: Johan Larsson via photo pin cc

Tratados da União Europeia disponíveis em versão ebook

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O Conselho Europeu acaba de publicar em ebook as versões consolidadas do Tratado da União Europeia e do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia, acompanhadas da Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia, bem como um ebook com a versão consolidada do Tratado que institui a Comunidade Europeia da Energia Atómica (Euratom).

Estes dois ebooks são gratuitos e estão disponíveis nas 23 línguas oficiais da União Europeia. Podem ser descarregados a partir da livraria em linha do Conselho e da Livraria da UE (EU Bookshop), a livraria em linha interinstitucional da UE.

Mais de metade dos alunos afirma que leria mais se tivesse um tablet

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Esta é outra das conclusões do estudo sobre leitura digital realizado numa escola portuguesa do concelho de Sintra (distrito de Lisboa), envolvendo 203 alunos do 5.º ao 8.º ano e 10 professores de Língua Portuguesa.

O estudo envolveu a utilização de 15 tablets (iPad) equipados com 27 ebooks de literatura infanto-juvenil (leitura recreativa e informativa), jogos educativos  e aplicações de produtividade (texto, imagem, apresentações).

Os iPads foram utilizados em ambiente de sala, para atividades de leitura (predominantemente), mas também na pesquisa, organização e produção de informação, ao longo do 3.º período deste ano letivo.

Os resultados preliminares deste estudo vão ser apresentados na próxima segunda-feira na Universidade de Verão Santillana, evento que decorre no ISCTE entre os dias 9 e 11 de julho e que tem como tema «A leitura: mudança e sucesso educativo no século XXI».

União Europeia processa França e Luxemburgo por causa do IVA sobre ebooks

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A saga do IVA aplicado aos ebooks continua. Depois de Espanha ter sido obrigada a revogar a sua decisão de aplicar aos ebooks uma taxa de IVA (reduzida) semelhante à dos livros em papel, a União Europeia volta-se agora contra França e Luxemburgo, que, desde janeiro deste ano, aplicam um IVA  reduzido sobre a venda de ebooks, de 7 por cento e 3 por cento, respectivamente. Esta decisão surge dias depois da Declaração Europeia  sobre ebooks, na qual se reconhece a necessidade de harmonizar as taxas de IVA dos ebooks relativamente aos livros em papel.

Na acção que tomou contra a decisão da França e do Luxemburgo, a Comissão Europeia afirma que considera a possibilidade de incluir os ebooks na lista de bens elegíveis para IVA reduzido, mas não pretende fazer propostas legislativas até o final de 2013.

Em Portugal, como na generalidade dos países europeus, os consumidores pagam um IVA diferente se comprarem um livro em papel ou o mesmo título em formato digital (6% e 23%, respetivamente), o que obstaculiza a dinamização do mercado e a promoção da leitura em novos suportes.

photo credit: Dave Dugdale via photo pin cc

Serifas vs. sem serifas em ecrãs HD

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A utilização de tipos de letra (fontes) sem serifas era até há pouco tempo o mais recomendável para a leitura em ecrã, devido à baixa resolução dos ecrãs de computador. Fontes com serifas tornavam a leitura mais lenta e cansativa para os olhos, dificultando a legibilidade.
Com o aparecimento dos ecrãs de alta resolução, sobretudo os chamados «retina display» (o iPhone, o novo iPad e o novo MacBook Pro), a questão das serifas deixa de ser tão relevante, mas ainda assim não é possível uma opinião definitiva sobre o assunto, como fica demonstrado na última Alertbox de Jacob Nielsen.

De acordo com Nielsen, fontes como a Verdana poderão ter os dias contados, mas ainda falta percorrer um longo caminho até que as serifas das versões impressas mantenham uma legibilidade semelhante em qualquer ecrã.
photo credit: arnoKath via photo pin cc

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