O fim do crescimento do mercado de ebooks? [infográfico]

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O abrandamento, em 2013, das espetaculares taxas de crescimento do mercado de ebooks, sobretudo em comparação com os anos 2012 e 2011, é um dos temas do momento da edição digital. Contudo, este abrandamento apenas se verificou nos países onde as vendas de ebooks já atingiram números significativos (EUA e Grã-Bretanha) e mesmo nestes continua a crescer. Este infográfico analisa os números e aponta algumas das causas identificadas pelos principais especialistas.

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Via Digital Book World

Venda de ebooks: o domínio da Amazon

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kindleDe acordo com o relatório Consumer Attitudes Toward E-Book Reading, do Book Industry Study Group, a Amazon continua a dominar claramente o mercado de ebooks nos EUA. À pergunta «Onde é que habitualmente adquire ebooks», 67% responderam Amazon, seguindo-se B&N Nook com 11,8% e Apple iBooks com 8,2%. O secção “Outros ” recolheu 12,8%.

Outro dado interessante diz respeito aos géneros preferidos tendo em conta o formato (impresso ou ebook). O papel prevalece nas preferências do leitor apenas nos livros de cozinha, guias de viagem, guias práticos e banda desenhada/romances gráficos. Nas restantes 10 categorias, ganha claramente o formato digital.

Via Digitalbookworld
photo credit: johncatral via photopin cc

O mercado global de ebooks [relatório]

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reportAcaba de ser publicado um relatório (pdf, 116 pp.) que faz uma exaustiva análise do mercado global de ebooks, desde os países onde o mercado é mais dinâmico, como os EUA e a GB, até aos novos mercados emergentes, como a China e o Brasil. Apresenta dados de vários países europeus, entre os quais não se encontra Portugal.

Um dos aspectos mais interessantes do relatório é o crescimento dos serviços de assinatura de ebooks, como a Nubico em Espanha, a Scoobe na Alemanha, a Youboox em França e a Oyster nos EUA.

Via GoodEreader

O mercado de ebooks em Portugal

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Não são conhecidos números sobre a venda de ebooks em Portugal, mas se há algo que podemos facilmente comprovar é a escassez da oferta e a ausência de politicas consistentes de promoção do mercado digital por parte das editoras (veja-se o exemplo recente da Feira do Livro de Lisboa).

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Sobre a oferta, uma pesquisa numa das mais conhecidas lojas online dá-nos resultados bem esclarecedores. Para a categoria Romance, por exemplo,  em formato papel existem mais de 12 mil títulos disponíveis. Se opção for ebooks, na mesma categoria e língua, a oferta pouco excede os 700 exemplares, isto é, pouco mais de 5% do total em papel. Noutras categorias (por exemplo, ciências), os resultados são ainda mais desoladores.

Se os editores se queixam de que o mercado de ebooks em Portugal é ainda residual, a verdade é que sem oferta não há mercado, e algumas das principais vantagens do texto digital – acessibilidade e disponibilidade – estão longe de o ser em território nacional.

Nos EUA, o mercado de ebooks deverá ultrapassar o de livros físicos em 2017

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No seu relatório anual “Entertainment & Media Outlook,” [acesso pago] lançado esta quarta-feira, analistas da PwC (PricewaterhouseCoopers) preveem que o mercado de ebooks norte-americano  representará, em 2017, 8200 milhões de euros, ultrapassando o mercado de livros em papel, que não cessará de diminuir nos próximos anos.

O mercado de ebooks representa atualmente cerca de 1/4 do mercado editorial nos EUA.

O mercado de ebooks [infográfico]

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Um infográfico da Now Novel que mostra o extraordinário crescimento do mercado de ebooks nos últimos 4 anos.
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Courtesy of: Now Novel

Via Ebookfriendly

O digital vai salvar o livro?

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ebooksO título deste post surge a propósito da notícia do jornal Público de hoje, que reproduz  uma declaração de Edgar Berger, executivo da Sony Music Entertainment, feita terça-feira, dia em que a International Federation of the Phonographic Industry (IFPI) anunciou que as vendas globais de música registaram a primeira subida desde 1999, data em que nasceu a plataforma de partilha de música Napster: «O digital está a salvar a música».

Apesar das diferenças que separam o  mundo da música do da edição de livros, acredito que este exemplo da indústria musical  poderá ser uma oportunidade para os profissionais da edição repensarem o seu modelo de negócio como tendo mais a ganhar do que a perder com a aposta no digital.

Em Portugal, apesar dos passos já dados, ainda falta percorrer um longo caminho. Há várias editoras (e algumas com catálogos vastíssimos) sem um único título digital, e mesmo as que já oferecem ebooks, limitam-nos às novas edições, ignorando livros de há dois ou três anos. Como exemplo, de uma lista de 30 títulos que me foi solicitada na semana passada, nem um único se encontra em formato ebook…

 

 

Ebooks já representam mais de 20% da produção editorial espanhola

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ebookDe acordo com a Nota de imprensa da Federación de Gremios de Editores de España (janeiro de 2013), em 2012 se publicaram-se em Espanha 88.349 títulos, 22% (20 079) dos quais em formato digital. Evidentemente, estes números não dizem respeito apenas à produção e não à faturação (que é naturalmente muito menor), e incluem também CD, DVD e audiolivros que receberam um registo de ISBN (4.209 obras).

Para Portugal não são conhecidos números, nem de produção nem de faturação, isto apesar de apesar da já vasta oferta de ebooks, sobretudo nos últimos dois anos.

Via Actualidad Editorial

 

Quem lê ebooks? [infográfico]

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infographicDe acordo com este infográfico da Random House, podemos concluir que o leitor típico de ebooks é uma mulher com menos de 45 anos, educação superior, rendimento acima da média e é fã dos géneros mistério, ficção e romance. Os dados dizem respeito à realidade norte-americana, onde a venda de ebooks representa já 30% do mercado editorial. Não são conhecidos dados relativos ao mercado português.

Vendas de ebooks para crianças aumentaram mais de 250% nos EUA

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De acordo com os números mais recentes da Associação Americana de Editores, as vendas de ebooks para crianças e jovens nos EUA aumentaram 252% no primeiro semestre de 2012 em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo o valor de 146,4 milhões de dólares. No seu total, o comércio de ebooks cresceu cerca de 52% e representa já 25% do total de vendas de livros, de acordo com a Publishers Lunch.

Via Digital Book World

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