É notícia de hoje do jornal brasileiro Folha, que cita o caso de uma escola privada do Tennessee que pretende substituir os manuais escolares pelo tabet da Apple. São referidas questões de saúde (o peso dos livros em papel), nada negligenciáveis, mas as vantagens não se esgotam obviamente na portabilidade.
Em Portugal seria impensável ma medida dessas, dada a quase ausência de conteúdos de qualidade adequados ao novos suportes.
Via @pgsimoes Facebook

Tweets that mention Escola dos EUA torna obrigatório uso de iPad pelos alunos « Ler ebooks -- Topsy.com
Jan 26, 2011 @ 22:35:52
Jan 29, 2011 @ 23:33:10
Em Portugal, o que refere ser “impensável” acontece. Sabia que os dicionários de língua portuguesa mais usados no iPhone, iPod e iPad foram desenvolvidos em Portugal? Sabia que a generalidade dos manuais escolares portugueses possui versões web que vão muito além da mera reprodução da versão impressa? Em muitos domínios, existem em Portugal conteúdos com maior qualidade e mais sofisticados do que em vários países da Europa. Na generalidade, é verdade, não são gratuitos (tal como acontece em mercados como o dos EUA e Reino Unidos, só para referir 2 exemplos), mas os devices também não. Mas os ditos “conteúdos” estão à distância de uma pesquisa no Google…
Jan 30, 2011 @ 00:07:41
Obrigado pelo seu comentário, Rui.
Permita-me discordar na questão dos conteúdos. Sou apreciador e utilizador dos dicionários enciclopédias da PE no TM e no iPad, mas falta ainda um longo caminho a percorrer no que diz respeito a conteúdos digitais. Basta visitar a App Store ou o Android Market e procurar conteúdos educativos em português…
Conheço com certeza a versão digital dos manuais escolares e projectos como a escola virtual, mas não são conteúdos adaptados aos dispositivos móveis e reproduzem um modelo de ensino-aprendizagem tradicional que fica aquém das possibilidades oferecidas, por exemplo, pelo iPad.
Jan 31, 2011 @ 12:56:39
Para existir oferta é necessário que exista um mercado potencial e, como sabe, o número de dispositivos iPad, iPhone e iPod existentes em Portugal não pode ser propriamente considerado um “mercado”… E como os conteúdos de carácter curricular, independentemente da visão sobre a educação que cada um de nós tenha, terão de ser desenvolvidos para as especificidades dos nosso currículos… Quanto ao Android, o problema é (circunstancialmente?) ainda pior: múltiplas versões, diferentes processadores, ecrãs com dimensões e resoluções díspares e… pouca propensão para pagar. O que existe feito é web based, pelo que só implica a existência de uma ligação à Net e um browser – não precisa de ser optimizado para este tipo de dispositivos.
Set 14, 2011 @ 00:01:50
noossa muito lega o texto!!!
INCRÍVEL!!