Crianças usam dispositivos digitais duas vezes mais do que leem livros [estudo]

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Esta é uma das principais conclusões do estudo “Zero to Eight: Children’s Media Use in America“, que analisou a utilização dos media por crianças americanas entre os zero e os oito anos.

O estudo, que foi anteontem apresentado em  Washington, D.C., é o primeiro de uma série de relatórios do  Program for the Study of Children and Media da Common Sense Media’s, e chegou a alguns resultados interessantes, sobretudo tendo em conta a faixa etária estudada:

Cinquenta e dois por cento das crianças entre 5 e 8 anos utiliza dispositivos móveis, como  smartphones, iPods, iPads ou outros equipamentos semelhantes, e cerca de 25% das crianças com idades entre os 2 e os 4 anos também já utiliza esses mesmos dispositivos.

Apesar da proliferação das novas tecnologias e plataformas, a televisão continua a dominar: as crianças até 8 anos passam em média uma hora e quarenta minutos por dia  a ver televisão ou um DVD, mas apenas 29 minutos a ler ou a ouvir ler, 29 minutos a ouvir música, 17 minutos a usar o computador, 14 minutos com a consola de videojogos e 5 minutos a usar o telemóvel, iPod, iPad ou dispositivo semelhante.

A multitarefa está também já muito presente entre  nestas idades, com 23% das crianças a usarem mais do que um media ao mesmo tempo.

Fahrenheit 451 em 2011

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Via Ebookfriendly

Quanto pesam os ebooks?

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Afinal os ebooks também pesam, e um e-reader cheio de ebooks é em teoria mais pesado do que um outro com a memória vazia. Quem o afirma é John D. Kubiatowicz, professor de ciência da computação da Universidade da Califórnia, em Berkeley.  «Contudo, é uma diferença é muito pequena, da ordem de um atograma, ou seja, 10 elevado a -18 gramas», esclarece o Dr. Kubiatowicz. É uma diferença tão pequena que na realidade é  imensurável, pois os instrumentos de medida mais precisos apenas conseguem chegar ao 10–9 gramas.

A explicação científica pode ser lida aqui.

Findings – uma nova plataforma social de leitura

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Findings é uma plataforma da web que permite aos utilizadores registados recolher e partilhar as notas e os sublinhados que vão fazendo em páginas web e em ebooks, e partilhá-los com outros utilizadores. Os clips recolhidos ficam armazenados sob a forma de uma biblioteca, organizada por data, por autor ou por título.

O Findings ainda não está disponível sob a forma de aplicação de para iOS ou Android, que permita sincronizar notas e sublinhados feitos, por exemplo, em aplicações de leitura de um tablet ou um smartphone, o que é uma limitação importante…

Via Mashable

Subtext – ler juntos é melhor

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Subtext é uma aplicação para iPad recentemente lançada que promete trazer vida social aos livros e à leitura. A aplicação, uma espécie mashup de app de leitura e rede social, permite conversar com amigos que estão ler o mesmo livro, com autores ou com especialistas e aceder a todo o tipo de informação e conteúdo multimédia relacionado com a obra, tudo isso  sem abandonar a leitura do livro.

A aplicação foi lançada juntamente com 18 enhanced ebooks, como por exemplo A Game of Thrones (a Guerra dos Tronos, em português) que inclui comentários do autor George R.R. Martin, e Snow Flower and the Secret Fan (O Leque Secreto), que inclui cenas do filme realizado este ano por Wayne Wang a partir da obra de Lisa See, e entrevistas com a autora e o realizador.

A revolução dos tablets [infográfico]

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Um infográfico produzido a partir do estudo do Pew Research Center’s Project for Excellence in Journalism sobre a utilização de tablets e o seu significado para o futuro do jornalismo (clicar para aumentar).

 

A revolução dos tablets [estudo]

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O Pew Research Center’s Project for Excellence in Journalism acaba de tornar público um estudo sobre a utilização de tablets e o seu significado para o futuro do jornalismo.

De acordo com este estudo, 11% da população adulta dos EUA possui um tablet, 77% utilizam o dispositivo diariamente  e 53% utilizam-no todos os dias para ler notícias. Esta é aliás uma das utilizações mais frequentes do tablet, apenas ultrapassada pelo email   (54%) e a navegação na web (67%). (A leitura de ebooks apenas é referida por 17% dos utilizadores).

Quanto aos leitores de notícias, cerca de um terço paga pelo acesso aos conteúdos (14% diretamente e  23% mediante assinatura de versões impressas que dão acesso ao conteúdo digital), o que é uma percentagem significativa de acordo com os autores do estudo. O acesso às notícias continua a ser feito mais via browser (40%) do que através de uma aplicação específica (21%).

Três em cada dez  utilizadores do tablet refere que agora despende mais tempo a ler notícias do que antes de possuir o dispositivo (apenas  4% referem que passam menos tempo a  e cerca de dois terços  (65%) despendem o mesmo tempo que antes).

 

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