Para Jonathan Franzen a literatura é feita de papel

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O autor norte-americano Jonathan Franzen (autor, entre outros, de Liberdade e Correcções) foi hoje notícia pela sua crítica mordaz aos ebooks, em declarações no festival Hay em Cartagena, Colômbia. Em sua opinião, os ebooks estão a prejudicar a sociedade e a corroer os valores da civilização.
Esta argumentação faz lembrar alguns clérigos renascentistas, saudosos do Scriptorium, que viam na máquina de caracteres móveis de Gutenberg a encarnação do Anticristo.
As reações às palavras do escritor chegaram das mais variadas latitudes, mas o mais curioso é que Frazen, nascido em 1959, poderá ainda viver tempo suficiente para ver esgotar-se o púbico do seu suporte de eleição, e se as suas palavras, proferidas hoje na Colômbia, chegaram a todo mundo não foi decerto graças aos méritos do papel…

Imagem: Wikimedia

A Apple vai salvar a educação? [infográfico]

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Can tech save education?
Via: OnlineEducation.net

Kindle Fire já é o tablet Android mais usado

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De acordo com dados recolhidos pela Flurry Analytics, o Kindle Fire, tablet da Amazon, é já o dispositivos mais usado entre os tabelts equipados com SO Android. Lançado em finais de setembro do ano passado, o Kindle Fire apenas precisou de pouco mais de três meses para ultrapassar concorrentes como o Galaxy Tab da Samsung ou o Asus Transformer.

O mercado de tablets continua, no entanto, a ser dominado pelo iPad da Apple (sistema operativo iOS) e esta análise  baseia-se não nas vendas mas na utilização de aplicações monitorizadas pela Flurry, mas confirma o sucesso alcançado pelo tablet de baixo preço da Amazon.

 

Comparativo: iBooks Author e os concorrentes

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O site Mashable produziu uma interessante tabela que compara o recentemente lançado software de produção de ebooks da Apple – iBooks Autor – com outros produtos semelhantes existentes no mercado, como o InDesign, o Sigil e o Jutoh, entre outros. A principal pecha apontada ao iBooks tem sido as restrições em relação em relação aos ebooks produzidos, que apenas podem ser distribuídos na iBookstore. Mas tem a seu favor o facto de ser gratuita e muito fácil de usar, o que certamente vai obrigar a trabalho redobrado por parte dos concorrentes.

Venda de ebooks derruba redes de livrarias nos EUA

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Uma reportagem da brasileira UOL Notícias sobre o impacto que o crescente sucesso dos ebooks está a ter sobre as livrarias tradicionais que não souberam adaptar-se a este novo mercado:

Livraria espanhola vende ebooks em cartões

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A iniciativa não é inédita, mas ainda assim é reveladora das tentativas de algumas livrarias em se adaptarem à nova realidade de um mercado que põe em causa o modelo tradicional de negócio: a livraria espanhola Casa del Livro vai passar a vender ebooks em cartões pré-carregados. Cada  cartão vem carregado com chaves de acesso aos 10 ebooks mais vendidos e pode ser adquirido em qualquer das 38 livrarias da cadeia.

Depois de comprado e ativado, o cartão pode ser usado para descarregar os ebooks para um e-reader, havendo a possibilidade de o utilizador, antes do download, trocar o título comprado por outro de preço igual inferior. O cartão pode depois ser carregado de novo para adquirir outros ebooks.

Biblioteca Nacional de Portugal lança edições em ebook

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A Biblioteca Nacional de Portugal  acaba de disponibilizar as suas edições em formato ebook, através de uma plataforma online que permite a compra ou  o aluguer dos ebooks

Os ebooks podem ser lidos numa grande variedade de equipamentos, tanto nos equipamentos dedicados (e-readers) como em equipamentos não dedicados, como o computador, iPad, iPhone e equipamentos com o sistema operativo Android.

Como seria de esperar, os ebooks estão protegidos por DRM que restrigem a sua utilização. De acordo com a nformação publicada na plataforma, as restrições são as seguintes:

(1) número de impressões que podem ser feitas (percentagem sobre o número total de páginas) do ebook

(2) as impressões das páginas é feita com um intervalo de tempo especifico entre cada página a imprimir

(3) a função copiar/copy conta como uma impressão

(4) os livros adquiridos podem ser adquiridos com 3 tipos de licença

(4.1) licença com acesso perpétuo

(4.2) acesso limitado (normalmente 60 dias)

(4.3) acesso empréstimo bibliotecário – normalmente 15 dias e só disponível via sites de bibliotecas aderentes.

Os preços são contudo bastante em conta. A Tabela de Autoridade da CDU, por exemplo, custa 7,5 euros, menos de um terço do preço da sua versão em papel, e certamente muito mais fácil de consultar.

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