Alunos portugueses acham mais fácil ler no iPad do que em papel

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Quase três quartos dos alunos do 2.º e 3.º ciclos consideram mais fácil a leitura no iPad do que a de livros em papel. Esta é mais uma das conclusões do estudo a que já fizemos referência envolvendo 203 alunos do 5.º ao 8.º ano e 10 professores de Língua Portuguesa de uma escola EB 23 do concelho de Sintra (distrito de Lisboa).

Para 26% dos alunos não há diferença entre ler em papel e ler num iPad, e uma minoria de 2% acha mais difícil a leitura num tablet.

A preferência pela leitura em iPad é mais acentuada nos leitores tipo C  (alunos  que não gostam de ler e/ou raramente leem) do que nos bons (A) e médios (B) leitores, como se pode ver pelo gráfico seguinte:

Em 2016, 36% do conteúdo digital estará na nuvem

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De acordo com o jornal El País de hoje, em 2106, 36% do conteúdo digital estará disponível na nuvem, em serviços como a Dropbox, Skydrive ou iCloud.  Segundo a Gartner, atualmente apenas 7% de todos os conteúdos digitais pessoais estão armazenados remotamente, mas esta será uma tendência que se reforçará nos próximos anos, obrigando a capacidade de armazenamento a passar dos 329 exabytes de 2011  para 4,1 zetabytes em 2016.

Muito provavelmente, os ebooks e a leitura seguirão um caminho similar, com a disponibilização de novos serviços semelhantes àquele que já hoje é oferecido pela 24 Symbols.

Declaração da União Europeia sobre Ebooks

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A Europa começa a despertar para os ebooks, um segmento que já representa 30%  do mercado de edição do outro lado do Atlântico, e a União Europeia parece ter finalmente percebido que a leitura já não se faz apenas em papel.

Como resultado de uma mesa redonda  na passada terça-feira, organizada pela Comissão Europeia e que juntou representantes da indústria editorial europeia, foi publicada uma curta declaração que reconhece a importância dos ebooks e que, sobretudo, subscreve o princípio da eliminação das barreiras territoriais e tecnológicas à aquisição de ebooks e das taxas de IVA diferenciadas relativamente aos livros em papel.

Aguardemos a passagem das intenções aos atos…

A evolução do e-reader [infográfico]

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Source: Original infographic from WinePress of Words.

Relatório: “Ebooks académicos: compreendendo o retorno do investimento em Bibliotecas”

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A Springer, em associação com o Publishers Communication Group (PCG), acaba de publicar o relatório (white paper)  Scholarly eBooks:
Understanding the Return on Investment for Libraries (“Ebooks académicos: compreendendo o retorno do investimento em Bibliotecas”) (pdf, 10 p.) que analisa de que forma as bibliotecas podem determinar o valor dos ebooks e como isso é importante.  O  documento proporciona uma visão abrangente da situação  atual do valor dos ebooks, as implicações dessa avaliação para a comunidade bibliotecária e os desafios que representa para os profissionais da área.

Via InfoDocket

Quem requisita ebooks em bibliotecas lê mais

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De acordo com um novo relatório da Pew Internet Research, os frequentadores das bibliotecas americanas que requisitam ebooks afirmam ter lido no último ano, em média, 29 livros, um número superior à média de 26 dos requisitantes que não recorrem ao empréstimo digital. Em termos de mediana, a diferença é ainda maior: de 20 para 12.

Outro dado interessante deste relatório é que, apesar de mais de três quartos das bibliotecas americanas terem serviço de empréstimo de ebooks, 62% dos americanos maiores de 16 anos desconhece se a sua biblioteca oferece esse serviço, e mesmo entre os utilizadores de bibliotecas essa percentagem é de 58%. Apenas 22% conhecem a existência do serviço e 14% afirmam saber que ele não existe na sua biblioteca.

Entre os que não requisitam ebooks na biblioteca, 46% afirmam que o fariam se pudessem requisitar o equipamento (e-reader) junto com o ebook.

Alunos portugueses preferem ebooks multimédia

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Esta é uma das principais conclusões de um estudo envolvendo 203 alunos do 5.º ao 8.º ano e 10 professores de Língua Portuguesa que durante este ano letivo utilizaram ebooks nas atividades de leitura orientada em sala de aula no âmbito do Plano Nacional de Leitura, mediante iPads.

Esta premissa é válida tanto para os alunos que gostam de ler e leem todos os dias ou quase todos os dias (42% dos inquiridos) – leitores tipo A – como para os que não gostam de ler e raramente leem (10% dos inquiridos) – leitores tipo C, mas muito mais evidente para este último grupo, como podemos ver pelo gráfico 2:

Os resultados preliminares deste estudo serão apresentados no dia 9 de julho na Universidade de Verão Santillana, evento que decorre no ISCTE entre os dias 9 e 11 de julho e que tem como tema «A leitura: mudança e sucesso educativo no século XXI».

Durante as próximas semanas, serão divulgados aqui no Ler Ebooks outras das mais importantes conclusões deste estudo, realizado no âmbito do projeto Sintra e-conteúdos e que será publicado em setembro.

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