Em média,as bibliotecas dispõem de 10 mil ebooks na sua coleção (há um ano eram apenas 4350) e a circulação dos mesmos quadruplicou relativamente ao ano passado (de uma média de 11 mil para 44 mil).
O orçamento para ebooks nas bibliotecas aumentou este ano 9% (de uma média de 8500 dólares para 10400) e a modalidade de aquisição preferida continua a ser o acesso perpétuo.
Quanto às categorias de ebooks emprestados, todas cresceram, mas o maior crescimento verificou-se na literatura infanto-juvenil, o que demonstra que os jovens estão a aceder com mais frequência aos ebooks do que os outros grupos etários.
Quanto a formatos, predomina o ePub, embora com uma ligeira queda em relação ao ano passado, a favor de um crescimento dos formatos dedicados de algumas marcas de e-readers. O PDF continua em declínio.
Apenas um terço das bibliotecas empresta dispositivos, a maioria o e-reader Kindle da Amazon.
O acesso é feito sobretudo a partir de dispositivos móveis (89%) ao contrário do que acontece nas bibliotecas universitárias e escolares, onde se lê sobretudo online. Quanto à plataforma de acesso, continua um claro domínio da Overdrive, solução adotada por mais de 90% das bibliotecas.