Apesar das diferenças que separam o mundo da música do da edição de livros, acredito que este exemplo da indústria musical poderá ser uma oportunidade para os profissionais da edição repensarem o seu modelo de negócio como tendo mais a ganhar do que a perder com a aposta no digital.
Em Portugal, apesar dos passos já dados, ainda falta percorrer um longo caminho. Há várias editoras (e algumas com catálogos vastíssimos) sem um único título digital, e mesmo as que já oferecem ebooks, limitam-nos às novas edições, ignorando livros de há dois ou três anos. Como exemplo, de uma lista de 30 títulos que me foi solicitada na semana passada, nem um único se encontra em formato ebook…