O suporte não afeta a compreensão leitora

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Uma investigação experimental levada a cabo pela Universidad Estatal de Indiana demonstrou que não existem diferenças significativas nos níveis de compreensão dos textos em função do suporte, digital ou impresso, em que sejam lidos.

Ler mais aqui.
photo credit: henry… via photopin cc

A biblioteca do futuro

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bibliotecadofuturoUm projeto de investigação sobre o futuro das bibliotecas, conduzido pelo Arts Council de Inglaterra, identificou quatro áreas prioritárias para o fomento e sustentabilidade das bibliotecas no século XXI:

  1. A biblioteca como centro da comunidade.
  2. Tirar o máximo partido da tecnologia digital e dos meios criativos.
  3. Assegurar que a resistência e sustentabilidade das bibliotecas.
  4. Dotar de conhecimentos adequados os profissionais que trabalham nas bibliotecas.

Um resumo do estudo (12 páginas, pdf) pode ser lido aqui.

Ebook gratuito sobre os segredos de publicar um ebook de sucesso

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imageUm ebook gratuito de Mark Coker da Smashwords (uma das maiores distribuidoras mundiais de ebooks autopublicados) que revela os segredos de publicar um ebook de sucesso e que tem como subtítulo »como chegar a mais leitores com as suas palavras».

Ao longo de 124 páginas, ficamos a conhecer as boas práticas de edição dos autores que obtiveram maior sucesso na história da Smashwords. São um total de 29 segredos que vão desde a escrita à escolha da capa e definição do preço de venda.

Via UniversoAbierto

Tendências da Internet em 2013

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Uma apresentação da Kleiner Perkins Caufield & Byers, uma firma de capital de risco norte-americana, que fornece uma visão elucidativa do estado atual da internet e das tendências para os próximos anos.

 

“Malware”, a nova arma contra a pirataria de books?

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small__3321595771A pirataria de ebooks é um dos principais problemas que a indústria editorial enfrenta na sua transição para o digital. Sistemas como o DRM estão longe de cumprir eficazmente o seu papel e são cada vez mais postos em causa tantos pelos leitores, como pelos editores e autores.

Michael Kozlowski anunciou esta semana que a nova arma da indústria editorial americana (onde ebooks representam já praticamente um quarto da faturação total) contra a pirataria de ebooks  poderá ser o malware (palavra proveniente do inglês “malicious software” e que designa um software que, de forma ilícita, se infiltra num sistema de computador alheio, com o intuito de causar algum dano ou roubar de informações).

De acordo com um relatório da Commission on the Theft of American Intellectual Property, citado por Kozlowski, os ebooks adquiridos  virão “equipados”  com malware que deteta quando o livro é pirateado, desencadeando a partir daí uma série de ações que podem incluir impossibilitar o acesso ao ficheiro do ebook ou bloquear o acesso ao computador ou dispositivo de leitura, apresentando simultaneamente instruções sobre como contactar as forças da lei para obter uma chave de desbloqueio. O mesmo relatório avança que esta prática é legal, pelo menos nos EUA, e não viola qualquer lei de utilização da Internet.

Será este o novo DRM para publicações digitais? Os consumidores estarão dispostos a adquirir um produto com software capaz de danificar o seu sistema? E quanto tempo demorará a disponibilização na rede de “vacinas” para este tipo de malware?
photo credit: Sophos D/A/CH Presseinfo via photopin cc

Webinar sobre novas tendências em edição e leitura eletrónica

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A BAD – associação portuguesa de bibliotecários, arquivistas e documentalistas – realiza amanhã mais um dos seus webinars, desta vez sobre novas tendências em edição e leitura eletrónica, dinamizado  por José António Cordón, da Universidade de Salamanca.

Com a duração de uma hora, o webinar faz parte das atividades do Grupo de Trabalho da BAD de Bibliotecas do Ensino Superior, decorre entre as 21h30 e as 22h30 e está aberto ao público mediante inscrição prévia (que tem um preço de 10 euros mas é gratuita para os associados BAD).

Ebook gratuito: «En la ruta digital: cultura, convergencia tecnológica y acceso»

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rutadigitalUm ebook sobre as profundas transformações que a tecnologia está a provocar nas formas de produção e distribuição de conteúdos culturais, publicado pela Secretaría de Cultura de la Presidencia de la Nación da Argentina.

Inclui os seguintes capítulos:

«Estado y cultura en la Argentina digital» (Jorge Coscia), «¿Analogías de lo analógico? Reflexiones sobre economía cultural en el mundo digital» (Natalia Calcagno e Francisco D’Alessio), «Políticas públicas en cultura para el escenario de las redes: la experiencia brasileña, sobre la perspectiva de la ecología digital» (Eliane Costa), «Nociones sobre justicia social digital en el entorno de la convergencia» (Damián Loreti e Luis Lozano), «La Ciudadanía Digital se construye con políticas convergentes» (Luis Lazzaro), «Redes y medios: la resurrección de la política» (Martín Becerra), «La cultura no es una mercancía más: dinámicas globales del mercado comunicacional en tiempos de digitalización (Guillermo Mastrini e Karina Luchetti), «Convivencia analógica y virtual: la cultura de la integración» (María Iribarren), «La cultura libre, las guerras tranquilas y las armas silenciosas» (Martín Groisman) «Cultura Digital: escenarios y tensiones jurídicas emergentes. Las perspectivas del debate» (Pablo Ladizesky), «Desarrollo 2.0. El desafío de las industrias creativas? (Alejandro Artopoulos) e «Internet en transición: a la búsqueda de un nuevo estatuto para la cultura digital» (Roberto Igarza).
Editor: Secretaría de Cultura de la Presidencia de la Nación da Argentina
Formato: pdf
N.º de páginas: 162

Papyrus – Crie ebooks de forma fácil e gratuita

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O processo de produção e publicação de ebooks está cada vez mais simples e rápido. Hoje apresentamos uma ferramenta online que em apenas alguns minutos permite produzir ebooks com uma qualidade profissional. Trata-se da Papyrus, uma startup indiana de produção, publicação e comercialização de ebooks disponível gratuitamente para os navegadores Chrome e Safari.

O processo é muito simples: começa-se por selecionar um tema de entre os vários disponíveis (que pode ser mudado a qualquer momento):

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A seguir indica-se o título do livro e imediatamente fica disponível um painel de edição, já com várias secções do ebook incluídas: a capa, acerca do autor e do livro, copyright e prefácio. Cada uma destas secções pode ser editada, apagada ou mudada de ordem:
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Pode-se inserir novos capítulos, imagens, e estão disponíveis as habituais ferramentas de formatação de texto. Podem também importar-se capítulos a partir de um URL.

Quando o livro estiver pronto, clica-se em Publish, defini-se a forma de distribuição e já está. Além de ficar disponível online, é possível fazer o download em formato epub, mobi e pdf.
De todas as ferramenta online que já experimentámos, esta é a mais fácil, rápida e versátil, pelo que se revela um excelente solução para quem pretende iniciar-se na produção de ebooks. Como único senão, a limitação em termos de browsers compatíveis.
Fica aqui um exemplo, produzido menos de 5 minutos, de «A Nau Catrineta», do Romanceiro de Almeida Garret.
Pdf
Epub
Mobi

O triunfo dos tablets e smartphones [infográfico]

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Este infográfico da Illuminas demonstra como o acesso à rede é dominado pelos dispositivos móveis e a rapidez com que os consumidores adotaram tablets e smartphones. Prevê-se que em 2014 haja mais dispositivos móveis ligados à rede do que pessoas no planeta.

Sendo dispositivos multifunções, a leitura de ebooks é a terceira atividade mais comum nos utilizadores de tablets e a quarta nos utilizadores de smartphones.

A-Tale-of-Two-Techs

Via EbookFriendly

 

Feira do Livro de Lisboa abre hoje ao público sem estratégia digital

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flA Feira do Livro de Lisboa abre hoje as suas portas no parque Eduardo VII, com um vasto programa de atividades, no qual, mais uma vez, o digital não faz parte das preocupações dos organizadores. Depois de algumas tímidas iniciativas na feira de há dois anos, adivinhava-se que os ebooks ganhassem progressivamente alguma relevância naquela que é a principal montra do livro em Portugal. Mas não tem sido assim. O próprio vice-presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), Pedro Pereira da Silva, afirma que «Os livros digitais têm ainda um mercado muito, muito reduzido. Há muita gente a aderir. Mas não tanto que faça uma diferença relativamente ao livro físico [em papel]».

A verdade é que o mercado se faz com a oferta de produtos, e em Portugal o panorama é desolador: várias editoras com um catálogo vastíssimo e sem um único título em formato digital, títulos recentes com versões apenas em papel, apesar de a editora disponibilizar também ebooks, pdf de fraca qualidade quase ao preço dos exemplares físicos, ausência de estratégias de promoção do ebook, etc.

A Feira do Livro poderia ser o local de eleição para ajudar a modificar este statu quo, com iniciativas muitos simples e pouco dispendiosas, de que aqui deixo graciosamente alguns exemplos: disponibilizar nos stands códigos QR para aquisição em ebook dos livros em destaque, oferecer vales de desconto na aquisição de ebooks a quem adquirisse um determinado conjunto de livros, um tablet ou e-reader em cada stand para demonstração, disponibilizar, na página da feira, o ebook do dia, organizar no auditório sessões com especialistas na área, etc.

É claro que quem precisa mesmo de um determinado ebook, há, para lá das fronteiras físicas, excelentes lojas online onde se encontra de tudo. Mas essa opção é consequência e não causa do tal «mercado muito, muito reduzido».

Imagem: Flickr

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