Especialistas da PricewaterhouseCoopers preveem que, em 2018, os ebooks ultrapassem os livros impressos. Contudo, esta previsão aplica-se apenas ao mercado americano e inglês. Na Europa continental, o crescimento previsto é bem mais modesto, com apenas os mercados espanhol e francês a pouco ultrapassarem os 20%. De acordo com o The New York Times, citando Rüdiger Wischenbart, o principal entrave à expansão do mercado de ebooks na Europa continental é a política de preços: por exemplo, o preço médio dos ebooks bestsellers na Alemanha e na França é superior a 20 dólares, mais do dobro dos 9 dólares na Grã-Bretanha.


Nov 28, 2014 @ 10:10:16
Pois em Portugal basta ver a diferença de IVA, bem mais desfavorável no ebook para o mesmo conteúdo. Embora eu prefira o papel para a literatura de ficção e poesia e adquira ebooks para livros de análise da situação contemporânea que se desatualizam rapidamente ou livros de divulgação de temáticas técnicas sem ser os técnicos propriamente ditos.
Nov 29, 2014 @ 00:35:26
Sim, o IVA é um problema grave, embora aí a responsabilidade de Portugal não seja muita, uma vez que está obrigado, pela UE, a aplicar a taxa máxima aos ebooks. A Comissão Europeia deu indicações de que essa situação bizarra se resolveria ainda este ano, mas estamos a chegar ao fim de 2014 e tudo continua na mesma.
Dez 02, 2014 @ 10:06:07
Não sabia da imposição da UE
Dez 02, 2014 @ 11:56:44
A Espanha, o Luxemburgo e a França chegaram a aprovar a aplicação da taxa reduzida aos ebooks, mas tiveram de voltar atrás. No caso da França e do Luxemburgo, que chegaram a aplicar essa taxa, foram mesmo alvo de processo por parte da UE: https://lerebooks.wordpress.com/2012/07/04/uniao-europeia-processa-franca-e-luxemburgo-por-causa-do-iva-sobre-ebooks/