O estudo centrou-se na análise de ambas as edições (impressa e digital) do jornal britânico The Times (circulação de quase 396 mil cópias na versão impressa e 143 mil assinantes na sua edição para tablet) e concluiu que, embora o acesso do público à informação ocorra de uma forma ligeiramente diferente em cada um dos formatos (o tablet proporciona uma atenção visual mais imediata, por exemplo), a forma como o cérebro processa a informação é a mesma: o leitor experimenta o mesmo grau de codificação da memória (capacidade de armazenar e recuperar informações) em ambos os meios.
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