Capacidade de memorização do texto é igual no tablet e em papel

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medium_8433257547O conteúdo e a publicidade nas edições para tablet dos jornais são processados pelos leitores de forma semelhante à experiência de leitura em papel. Esta foi uma das conclusões de um estudo de neurociências independente encomendado pela News UK Commercial e pelas consultoras Neuro Insight e Decode Implicit Marketing, que descobriu que o conteúdo e a publicidade impressos e em tablet têm os mesmos níveis de engajamento e de memorização.
O estudo centrou-se na análise de ambas as edições (impressa e digital) do jornal britânico The Times (circulação de quase 396 mil cópias na versão impressa e 143 mil assinantes na sua edição para tablet) e concluiu que, embora o acesso do público à informação ocorra de uma forma ligeiramente diferente em cada um dos formatos (o tablet proporciona uma atenção visual mais imediata, por exemplo), a forma como o cérebro processa a informação é a mesma: o leitor experimenta o mesmo grau de codificação da memória (capacidade de armazenar e recuperar informações) em ambos os meios.

 photo credit: dianecordell via photopin cc

Os alunos e as tecnologias da informação [estudo]

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educause

O ECAR (EDUCAUSE Center for Analysis and Research) publicou no final da semana passada o seu estudo “Study of Undergraduate Students and Information Technology, 2014″ (PDF, 50 pp), no qual colaboraram 213 instituições e 75 306 alunos.

Estas foram algumas das principais conclusões do estudo da EDUCAUSE:

  • A tecnologia está incorporada na vida dos alunos, e os alunos estão geralmente inclinados a usar e ter atitudes favoráveis ​​em relação a tecnologia. No entanto, a tecnologia só tem uma influência moderada no envolvimento ativo dos alunos em cursos específicos ou no estabelecimento de ligações com outros alunos e professores.
  • A utilização educativa da tecnologia por parte dos alunos é generalizada, mas não profunda. Eles estão particularmente interessados ​​em expandir o uso de algumas tecnologias específicas.
  • Muitos alunos usam dispositivos móveis para fins educativos. A sua utilização na sala de aula é mais provável quando os professores incentivam essa utilização; no entanto, tanto professores como alunos estão preocupados com o seu potencial de distração.
  • São cada vez mais os alunos que já experimentaram um ambiente de aprendizagem digital. A maioria diz que aprende melhor com uma combinação de trabalho online e presencial (blended learning).
  • A maioria dos alunos concorda com o uso institucional dos seus dados para aconselhamento sobre o progresso académico em cursos e programas. Muitas das funções analíticas que os alunos procuram já existem nos modernos LMS.

O estudos de 20132012 estão igualmente disponíveis.

Infográfico com os principais resultados do estudo:

O impacto dos ebooks na motivação e nas competências de leitura de crianças e jovens

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medium_6660135637O National Literacy Trust do Reino Unido e a RM Books estão a investigar o impacto dos ebooks na motivação para leitura e nas competências leitoras das crianças e jovens de 100 escolas do Reino Unido. Os resultados deste estudo serão conhecidos apenas daqui a um ano, em outubro de 2015. Entretanto, foi disponibilizado um estudo exploratório de revisão de literatura – The Impact of ebooks on the Reading Motivation and Reading Skills of Children and Young People, – que faz uma síntese de diferentes estudos publicados nos últimos anos sobre o impacto das tecnologias na leitura.
Algumas das principais conclusões do National Literacy Trust:

  • Quase todas (97%) as crianças disseram que tinham acesso a dispositivos electrónicos, como computadores, tablets, telefones e e-readers, e quase todas ( 97%) tinham acesso à internet em casa.
  • As crianças inquiridas são propensas a dizer que leem mais no ecrã do que no papel fora da escola:
    68,7 % afirmam que leem num computador, telemóvel ou tablet, em comparação com 61,8% de leitura de formatos impresso (por exemplo, um livro, revista ou jornal).
  • Mais de metade (52,4%) prefer ler em dispositivos electrónicos, em comparação com apenas menos de um terço (32%) que disseram preferir ler em papel.
  • A proporção de crianças que já tinha lido um ebook subiu de 25% para 46% entre 2010 e 2012 .
  • A proporção de pessoas que sentiram que ebooks teria um efeito positivo sobre a sua motivação para a leitura aumentou de 33% para 49% em relação ao mesmo período.
photo credit: flickingerbrad via photopin cc

Livros em papel e ebooks: as diferenças na compreensão leitora

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kobo-aura-hdAinda não são muitos os estudos que comparam a compreensão leitora de acordo com o suporte usado na leitura. O jornal brasileiro Folha de S.Paulo faz notícia com alguns desses estudos, cujos resultados podemos considerar um empate técnico.
Um estudo realizado na Noruega, envolvenddo 50 alunos, demonstrou que quem lê em e-readers possui mais dificuldade em relembrar a cronologia dos factos do que quem lê livros em papel.

Um outro estudo, realizado pelo departamento de educação científica do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica (EUA), que envolveu mais de cem adolescentes com dislexia (dificuldade de leitura e escrita), mostrou, em contrapartida, que a possibilidade de personalização dos e-books pode ajudar pessoas com dificuldade de atenção, melhorando tanto a compreensão leitora como a velocidade de leitura.

História da palavra publicada [infográfico]

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Um infográfico que ilustra a história da publicação de texto, desde a invenção da escrita na antiga Mesopotâmia ao recente fenómeno da autopublicação de ebooks:

Publishing to the People: The History of Published Word

by gryffin.
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Leitura e dispositivos móveis

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rmeA UNESCO publicou recentemente o relatório Reading in the mobile era: a study of mobile reading in developing countries, elaborado pela Nokia e pela WorldReader, uma organização sem fins lucrativos fundada em 2012 e que tem como objetivo erradicar o analfabetismo oferecendo uma biblioteca física e digital a habitantes de países pobres.
O relatório, resultado de um estudo que envolveu cerca de 4000 questionários e entrevistas em 7 países em vias de desenvolvimento (Etiopía, Gana, Quénia, Índia, Nigéria, Paquistão e Zimbabué), demonstra como os telemóveis podem ser usados na alfabetização e na promoção da leitura, sobretudo junto de quem não tem acesso aos circuitos tradicionais de acesso ao livro.
Por exemplo, dois em cada três entrevistados disse que o seu gosto pela leitura aumentou após começar a ler em dispositivos móveis, independentemente da atitude anterior em relação à leitura.

As principais conclusões do estudo são apresentadas neste infográfico:

Reading in The Mobile Era

by BenStanford.
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Mercado global de ebooks [estudo]

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