Publicação RBE: “Ebooks e Bibliotecas”

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ebooks&bibliotecasA Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) acaba de publicar o n.º 5 sua da coleção “Biblioteca RBE”, intitulado Ebooks e Bibliotecas. Trata-se de uma breve introdução aos ebooks e sua história, características, uso e integração nas bibliotecas e nos nossos hábitos de leitura, de minha autoria.
Título: Ebooks e Bibliotecas
Autor: Carlos Pinheiro
Editor: Rede de Bibliotecas Escolares
Design gráfico: Rede Bibliotecas Escolares
Data: março de 2014
Formato: pdf (22 pp.)
Coleção: Biblioteca RBE, n.º 5
ISBN: 978-972-96059-8-7
CDU: 003 027

SMS não prejudica a ortografia dos adolescentes

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medium_2979124681De acordo com um estudo recente divulgado ontem pelo Centre National de la Recherche Scientifique francês, as populares SMS não têm influência no nível de ortografia dos jovens.

Durante muito tempo, temeu-se que o tipo de ortografia utilizada pelos adolescentes nas curtas mensagens curtas que trocam entre si nos telemóveis, com inúmeras abreviaturas e poucas preocupações com a correção ortográfica e sintática, acabasse por prejudicar a sua forma de escrita em ambientes mais formais, nomeadamente na escola.

Este estudo agora divulgado, realizado por investigadores do Centre de Recherche sur la Cognition et l’Apprentissage (CNRS/Université de Poitiers/Université François-Rabelais Tours) e que analisou 4524 SMS produzidos durante um ano por 19 jovens adolescentes franceses, de 12 anos, veio demonstrar que é o nível ortográfico de cada criança que determina a forma das mensagens que envia, e não o contrário.

Ao fim de um ano, os investigadores concluíram que não existe «qualquer ligação entre o nível de ortografia tradicional e as SMS enviadas», exceto o facto de que aqueles que adaptam mais a sua escrita ao tipo de linguagem usada nos dispositivos móveis são os que têm um nível mais elevado de ortografia tradicional. Assim, conclui o estudo, as SMS não são uma ameaça para o nível de ortografia da escola, mas sim uma boa e suplementar oportunidade de treinar a escrita.

 photo credit: lanier67 via photopin cc

Quase um terço dos ingleses já lê ebooks

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inqUm inquérito sobre hábitos de leitura realizado em Inglaterra pelo DJS Research for Booktrust [PDF] revela que 29% dos britânicos já adoptou os ebooks e 11% leem-nos mesmo diariamente.

O inquérito revela outros dados interessantes, como a persistência da clivagem económico/social em termos de hábitos de leitura e a importância da família na criação desse hábito. Demonstra também que um crescente número de inquiridos (45%) afirma preferir ver televisão e filmes do que ler.

Via The Guardian

 

Geração Y e smartphones [infográfico]

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Um infográfico da InSites Consulting sobre a relaç o da Geração Y (também chamada geração do milénio ou geração da Internet e que habitualmente se refere aos nascidos após 1980),com os telemóveis inteligentes. 28% utilizam aplicações de leitura, que estão no top 10 das aplicações mais usadas.

Relatório Horizon 2014: tecnologias emergentes em educação

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horizon2014Já está disponível o NMC Horizon Report 2014 do New Media Consortium, um relatório elaborado em colaboração com a EDUCAUSE Learning Initiative (ELI) e que, anualmente, inventaria as tecnologias emergentes em educação e antecipa o horizonte temporal da sua adoção pelas escolas. Assim, na versão para o ensino superior, são listadas 6 tecnologias, com os seguintes horizontes de adopção: Um ano ou menos: – Flipped Classroom – Learning Analytics Dois ou três anos: – 3D Printing – Games and Gamification Quatro ou cinco anos: – Quantified Self – Virtual Assistants

Vídeo de apresentação do relatório:

Contacto com ebooks tem impacto positivo na literacia das crianças

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babyipadDe acordo com um estudo de janeiro deste ano, publicado na SAGE Open, o acesso a ebooks por parte de crianças tem um impacto positivo nos seus níveis de literacia.

O relatório investiga de que forma diferentes ferramentas digitais – iPad, iPod e outras tecnologias touchscreen – captam e mantêm a atenção das crianças para material impresso distribuído digitalmente.
O estudo, intituladoYoung Children’s Engagement With E-Books at School: Does Device Matter? (de Kathleen Roskos, Yi Shang, e Emily Gray da John Carroll University e Karen Burstein do Southwest Institute for Families and Children), examina a utilização de ebooks como recurso curricular em literacia pré-escolar e aprendizagem da linguagem, e os seus autores concluem que a «sincronia espacial e temporal» do ver, ouvir e tocar ao mesmo tempo que se lê pode ser a chave para captar a atenção das crianças para o texto eletrónico  de uma forma que favorece experiências de literacia e de aprendizagem precoces.

Via The Digital Shift
photo credit: oxtopus via photopin cc

Dois terços das crianças são leitores digitais

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frequency-of-e-readingDe acordo com o o estudo «The Kids + E-Reading Trends 2012 to 2013» (realizado pela  PlayCollective e Digital Book World), 67% das crianças norte-americanas menores de 13 anos são leitores de ebooks, o que representa um crescimento de 54%,  relativamente a um estudo similar do ano anterior.

Mais informações aqui.

Estatísticas digitais globais 2014

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Os dados mais recentes sobre a utilização de tecnologias digitais no mundo.

Livros, bibliotecas e o mundo digital em mudança [apresentação]

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Uma apresentação de Kathryn Zickuhr, investigador do Pew Research Center’s Internet & American Life Project, acerca  da forma com as bibliotecas estão a lidar com a mudança digital e acerca dos hábitos de leitura e de frequência de bibliotecas por parte dos americanos e daquilo que eles esperam das bibliotecas no futuro:

A leitura digital em Portugal

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fotografiaFoi hoje apresentado na Fundação Calouste Gulbenkian (FCG) o estudo sobre Leitura Digital realizado pelo Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES) e encomendado pela FCG.

Este estudo, que se iniciou em 2011, faz parte de um estudo mais vasto que incluiu 16 países do mundo (Inglaterra, Brasil, Espanha, Alemanha, França, Índia, Canadá, China, África do Sul, Rússia, EUA, Itália, Turquia, México, Austrália e Portugal.)
Relativamente a Portugal, os resultados são os que já se esperavam: a leitura digital ainda é muito incipiente: apenas 10% dos inquiridos portugueses disseram ter lido mais de oito livros em formato digital ao longo do último ano, quando a amostra global do inquérito se situou nos 30%.
A nível internacional, o dado mais surpreendente é o facto de em países como o Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul haver mais leitores que já leram um livro em formato digital (79%) do que na Europa (43%) ou nos Estados Unidos (56%). Na China, essa percentagem é de 88%.
Mais informações, aqui, aqui e aqui .

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