The New York Times lança aplicação para Google Glass

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googleglass

O jornal norte-americano The New York Times lançou uma aplicação para Google Glass, que permite aos utilizadores receber alertas noticiosos e ler as principias notícias no miniecrã dos seus óculos Google.

Apesar de só ter o seu lançamento previsto previsto para o final do ano, os óculos Google Glass já estão disponíveis para alguns utilizadores, sobretudos criadores de aplicações informáticas, e estão a despertar imensa curiosidade, à mistura com polémica sobre questões de privacidade.

Se desejar increver-se na mailing list sobre o projeto Google Glass poderá fazê-lo aqui.

Via LecturaLab

Ebooks em códigos QR

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qrO wonder-tonic.com descobriu uma forma original de disponibilizar de ebooks: mediante códigos 2D, os chamados códigos QR.  O catálogo inclui grandes clássicos da literatura, com Alice no País das Maravilhas de Lewis Carroll, As Aventuras of Huckleberry Finn de Mark Twain, A Divina Comédia de  Dante, Moby Dick de Herman Melville, e Guerra e Paz de Leo Tolstoy, entre outros. Cada obra foi dividida em excertos e cada excerto convertido num código QR, que pode ser lido pela câmara de um tablet e smarphone mdiante uma app de leitura de códigos de barras. Aqui fica um exemplo do início de Alice no País das Maravilhas:alice

Via A. Villa, FB

A Ricoh está a desenvolver papel electrónico a cores

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Há vários anos que a indústria tenta encontrar uma solução comercial de e-paper a cores, mas nem sempre os resultados têm sido os desejados. Uma das propostas mais recentes é a da Ricoh, que recorre a um painel com três camadas sobrepostas, amarelo, magenta e  ciano, e e promete um brilho (principal handicap do papel eletrónico a cores)  2,5 superior aos e-papers a cores conhecidos.

Aqui fica o vídeo:

Via Ebookfriendly

Pagar aos leitores que leiam os livros

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É o que propõe Kevin Kelly, tirando partido das tecnologias atuais que permitem monitorizar a leitura de ebooks. O sistema funcionaria da seguinte forma: um leitor paga, por exemplo, 5 euros por um ebook, lê-o na totalidade e no final recebe 6 euros, obtendo um lucro de 1 euro. Evidentemente, a editora terá uma pequena perda, que, de acordo com o autor da ideia, será largamente compensada pelo aumento das vendas.

Pay To Read

O sistema está longe de ser consensual, como se pode ver pelos comentários no blogue de Kevin Kelly. Um dos comentários é do próprio Nicholas Carr (uma das vozes mais críticas dos efeitos da tecnologia na cultura, autor de The Shallows: What the Internet Is Doing to Our Brains), que se revela desapontado pela ideia de Kelly, afirmando que o que ele sugere é pagar às pessoas para manter o atual statu quo cultural e literário. E o que pensam os leitores do Ler Ebooks?

SmartBook – ebooks adaptativos para estudantes universitários

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smartbook

A McGraw-Hill Education, departamento de educação da editora The McGraw-Hill, acaba de lançar o SmartBook, ebooks adaptativos para alunos do ensino superior. O Smartbook começa por ser um simples ebook, mas depois de o aluno começar a leitura, e mediante pequenos questionários, o ebook adapata-se ao aluno, destacando os conteúdos que ele precisa de melhorar, de forma a consolidar e reforçar a aprendizagem.

O sistema funcionará em PC e também em tablets iPad e Android. Os preços ainda não são conhecidos, mas a The McGraw-Hil assegura que estarão em linha com os preços dos outros ebooks.

 

Wonderbook: livro interativo para Playstation chega amanhã às lojas portuguesas

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Chega amanhã às lojas portuguesas O Livro de Feitiços (criado por J.K. Rowling, autora de Potter),  o primeiro título do Wonderbook, uma plataforma de livros-jogos para a consola da Sony PlayStation, que, mediante realidade aumentada, permite aos livros ganharem vida e interatividade.

O Wonderbook é livro físico feito de cartão e papel, que inclui cartões com códigos que são “lidos” pela câmara PlayStationEye, e que, com a tecnologia da realidade aumentada , faz com que histórias e imagens ganhem vida à frente  jogador, permitindo-lhe participar na história.

O Livro dos Feitiços é resultado de um parceria entre Sony e a Pottermore, o site criado por J. K. Rowling para promover os seus livros, e, além da câmara de vídeo, tira partido do comando sem fios PlayStation Move, que se  transforma numa varinha mágica com a qual o jogador pode aprender a fazer os 20 feitiços do livro-jogo.

De acordo com a Sony, o Wonderbook (que,  juntamente com Livro de Feitiços, custará cerca de 40 euros) receberá, ao longo de 2013, novos títulos mediante parcerias com a Disney, a BBC e o Pottermore.

Livro interativo para PlayStation chega a Portugal em novembro

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O Wonderbook, uma combinação de livros, interatividade e realidade aumentada, tirando partido da câmara PlayStation Eye e dos controlos Move, chega a Portugal a 14 de novembro, noticia hoje o Expresso. O primeiro título disponível será “O Livro de Feitiços” criado por J.K. Rowling e inspirado na saga ‘Harry Potter’.

Literatura em folhetins na era digital

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Quando, em 1870, Eça de Queiróz e Ramalho Ortigão iniciaram a publicação de O Mistério da Estrada de Sintra  no Diário de Notícias, estavam a seguir o que na altura era já uma prática comum. e de sucesso,  na Europa: a publicação de romances  sob a forma de folhetim. Dez anos antes, Charles Dickens publicara, no All the Year Round, ao longo de mais de meio ano, o seu Grandes Esperanças, que o tornou o autor mais famoso da sua época e uma espécie de pop star do século XIX.

Se bem que nunca tenha desaparecido totalmente, a publicação de folhetins caiu de alguma forma em desuso. Contudo, a era digital parece disposta a recuperar uma prática que oferece algumas vantagens para escritores, editores e leitores.

A Amazon já há algum tempo que oferece os seus Kindle Serials, histórias em capítulos que os subscritores recebem no seu e-reader cada vez que é publicado um novo episódio.

O sucesso da iniciativa da Amazon levou Jennifer 8. Lee, uma ex-repórter do The New York Times, a lançar, no mês passado, o  Plympton, um “estúdio literario”  de criação de romances em folhetins, que são depois distribuídos via Kindle Serials.

Os três primeiros títulos já estão disponíveis, e constam de 4 a 6 fascículos cada.  ‘Hacker Mom’, por exemplo, lançado a 6 de setembro por 1,99 dólares, tinha 32 páginas, e recebeu o segundo fascículo no início deste mês com mais 36 páginas. O comprador recebe um email avisar quando se encontra disponível um novo capítulo, embora nos pareça que um mês entre fascículos é demasiado tempo (entre uma e duas semanas seria mais razoável).

Via Sin Tinta

 

 

 

Nintendo 3DS vai ter aplicação para leitura de ebooks

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Confirmam-se os rumores que davam como certo a possibilidade de a consola de jogos portátil Nintendo 3DS funcionar como e-reader. De acordo com a publicação japonesa Nikkei, a Nintendo vai lançar no dia 20 de outubro a aplicação Bookstore Anywhere , que permite acesso a uma loja de ebooks para a 3DS. Por enquanto, a aplicação apenas estará disponível no Japão e com uma coleção de 100 ebooks mangá (banda desenhada japonesa), mas existe a intenção de alargar a oferta a outro tipo de ebooks.

A DS já permite a leitura de ebooks desde 2008, quando foi lançada a 100 Classic Book Collection, mas a aplicação Bookstore Anywhere é um importante passo em frente, com acesso permanente a uma  loja de ebooks e a possibilidade de vir a receber conteúdos gratuitos via Wi-Fi.

Via Siliconera

Imagem: Minhimalism via photopin cc

Citia – reinventando a leitura

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As novas formas de leitura potenciadas pela tecnologia tátil de tablets e smartphones estão a impulsionar o aparecimento de propostas arrojadas que, partindo do texto, pretendem transformar a experiência de leitura. Uma dessas propostas é a da Citia, que, em associação com algumas editoras de renome –  como Penguin, Perseus, HarperCollins, e O’Reilly Media – se propõe reinventar a leitura de não ficção sob uma nova de forma de apresentaçã.

o do conteúdo, que combina 3d e organização não linear: em vez de ler por capítulos, o leitor navega pelo livro através da associação de ideias e da relação entre conceitos.

O título já disponível, “What Technology Wants” (Penguin), da autoria de  Kevin Kelly, cofundador da Wired, custa $9,99 e permite ao leitor navegar pelas ideias transversais deste teórico da tecnologia, com a possibilidade de reordenar o conteúdo como quiser e de o partilhar por email ou nas redes sociais.

Para breve está o lançamento de um segundo título, The Rise of The Creative Class de Richard Florida, cuja versão em papel foi um bestseller na América em 2004.

Via Comunicación Cultural

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