Kotobee – software gratuito para criar ebooks

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Image1Kotobee é uma ferramenta de criação de ebooks disponível gratuitamente para Windows e Mac e oferece um conjunto de funcionalidades que fazem dela uma das melhores soluções gratuitas.

Para além dos elementos habituais – texto, imagens, vídeo, objetos 3D – o Kotobee permite adicionar componentes de interatividade, nomeadamente questões (do tipo escolha múltipla, verdadeiro ou falso ou seleção múltipla), podendo configurar diferentes tipos de feedback de acordo com a resposta dos leitores. Permite ainda incluir outros elementos de interactividade, como widgets ou html5, e a funcionalidade text-to-speech.

A exportação pode ser feita numa variedade de formatos, como Word, PDF, Epub e mobi, e também como desktop application, sendo por isso possível incluir o ebook numa plataforma LMS como o  Moodle.

O ebook criado no Kotobee pode também ser exportado como aplicação para iOS, Android e Windows Phone (embora neste caso tenha um custo).

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Google Docs permite exportar em formato epub

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A popularidade do formato ePub – formato standard para ebooks – é cada vez maior, e a Google acaba de dar um passo importante para a sua afirmação ao adicionar a opção de exportar em e ePub aos seus documentos Google. A partir de agora, qualquer documento guardado na drive da Google pode ser convertido num ebook simplesmente clicando »Ficheiro», depois em «Transferir como» e finalmente em «Publicação EPUB».

Um supercomputador no bolso

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A extraordinária evolução da tecnologia nas últimas duas décadas é magnificamente representada neste infográfico, que demonstra o crescimento exponencial da capacidade de computação dos dispositivos eletrónicos. Por exemplo, a recente PlayStation 4 é 150 vezes mais poderosa do que o Deep Blue, o famoso supercomputador criado pela IBM em 1997, especialmente para jogar xadrez com o então campeão do mundo Garry Kasparov (que perderia uma partida com o Deep Blue).

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A Sony está a desenvolver um novo DRM para ebooks

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A Sony está a desenvolver um novo DRM para ebooks, que pretende ultrapassar alguns dos estrangulamentos associados ao sistema da Adobe. Uma das novidades será a possibilidade de revender o ebook.

 

António Damásio não vê problemas na dependência digital

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small__5577983558António Damásio, um dos maiores especialistas mundiais nas neurociências e diretor do Instituto do Cérebro e da Criatividade na Southern Califórnia University, esteve em Portugal e deu uma entrevista à RTP Informação onde afirma que a tecnologia está a modificar a forma como o cérebro funciona e desdramatiza os riscos habitualmente associados à dependência da tecnologia, sobretudo junto das gerações mais jovens.
A ver aqui.

 photo credit: Suzie Katz via photopin cc

Ebooks com cheiro a livro

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small__4821131678Um dos derradeiros argumentos para os indefetíveis dos livros em papel – o cheiro – poderá ter os dias contados. David Edwards, professor de engenharia biomédica na universidade norte-americana de Harvard, anunciou a criação de um aparelho – o oPhone – que permite gerar sinais aromáticos complexos, numa rápida sucessão de pequenas emissões de vapores, da mesma forma que um telefone transmite informações de áudio.
Os utilizadores de iPhone vão ter disponível uma aplicação gratuita, chamada oSnap, que pode ser descarregada nos telemóveis a partir de 17 de junho, disponibilizando 32 aromas originais. O utilizador pode combinar entre um e oito odores para criar o seu próprio aroma, sendo possíveis 300 mil combinações.
Nada obsta pois a que os leitores possam ler o seu ebook com a fragância que apreciam no papel.

Via Diário de Notícias
photo credit: Ertugrul Balikcioglu via photopin cc

Spritz – a reinvenção da leitura

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spritzA Spritz, uma startup sedeada em Boston (EUA), afirma ter reimaginado  o conceito de leitura (tem como lema «Reading Reimagined»). O conceito de base é que, ao invés da forma tradicional de leitura em que os olhos se movimentam para seguir o texto, o texto é exibido num ponto fixo e a leitura ocorre sem necessidade de deslocar o olhar. De acordo com os responsáveis pelo projeto, a leitura torna-se mais rápida e menos cansativa para os olhos.
A aplicação pode ser testada aqui, e embora incialmente pareça confusa, poderá ser uma boa solução para leitura em tecnologias wearables, como os smartwatches e o Google Glasses.

Via Gizmodo

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