Energy Sistem Pro HD – um e-reader com Android

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A Energy Sistem tem disponível um leitor de ebooks com ecrã multitátil E Ink Carta™ HD de 6″, luz incorporada e sistema anti-reflexo, que apresenta como principal novidade a incorporação do sistema operativo Android e um processador dual core. O e-reader dispõe de ligação Wi-Fi, permitindo acesso à loja de aplicações da Google e a instalação de apps. O preço em Portugal é de 139 euros e oferece uma garantia de 3 anos.

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Webcast: O que é que os consumidores de ereaders realmente querem?

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Amanhã, 2 de Junho, às 6 da tarde, a O’Reilly Media, Inc. leva a cabo um webcast com Michael Tamblyn, vice-presidente da Kobo, Inc. Com a duração de 60 minutos, o webcast, com o título «What Do eReader Customers Really, Really Want?», é gratuito mas obriga a um registo prévio. Disponível aqui.

Sony Reader disponível para Android

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O seu lançamento esteve previsto para Dezembro do ano passado, mas apenas agora ficou disponível a aplicação Sony Reader para Android. A aplicação vem com três ebooks clássicos e três excertos de bestsellers. Para além das outras funções comuns nos e-readers, o Sony Reader permite sincronizar bookmarks e destaques  com oReader Daily Edition™ (o leitor de ebooks da Sony modelo PRS-950SC).

Disponível para versão Android a partir da 2.2.

Via AppBrain.

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MegaReader – Para quem não consegue parar de ler

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Chama-se MegaReader e é um e-reader para iPhone e iPad que permite ler ebooks, e dá acesso a uma loja de kivros com mais de um milhão de exemplares. Até aqui tudo normal, é que fazem dezenas de outras aplicações, como iBooks,  Stanza, Kindle, iFlow, etc. A grande novidade do MegaReader é que permite a leitura o ebook no iPhone… enquanto fazemos outras coisas. Tudo isto porque, utilizando a câmara do telemóvel, transformamos o painel de leitura numa espécie de janela para o que está à nossa frente, continuando com o texto visível. A aplicação está disponível para iPhone e iPad, embora esta funcionalidade apenas funcione no telemóvel, dada a ausência de câmara no iPad.

 

Ora aqui está mais um motivo para proibir a utilização do telemóvel enquanto se conduz. Eis o vídeo de apresentação:

Aldiko 2.0 – leitor de ebooks para Android com nova versão

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O popular leitor de ebooks para Android Aldiko acaba de lançar a sua versão 2.0.

Esta nova versão apresenta algumas  melhorias em relação à versão anterior, de que se destaca a possibilidade de ler livros requisitados  em bibliotecas de ebooks e de fazer a sua devolução através da própria aplicação.

Para além é agora muito mais fácil gestão da biblioteca e  a transferência de ficheiros ePub e PDF para a aplicação. Também aumentou a oferta de livros, com acesso a vários pontos de venda. Esta nova versão é também compatível com ebooks protegidos com DRM da Adobe.

A aplicação é gratuita destina-se apenas a tablets ou telemóveis equipados com o sistema operativo Android.

Aqui fica o vídeo de demonstração:

Os ebooks são demasiado fáceis de ler

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E esta facilidade, ao que parece, pode ser contraproducente. Pelo menos é o que afirma um estudo recente, segundo o qual a facilidade de leitura de e-readers e computadores «diz» ao nosso cérebro que as palavras não são importantes e, portanto, temos mais dificuldade em fixar na memória a informação veiculada por esses suportes.  O neurocientista Jonah Lehrer descobriu que os leitores de ebooks em Kindle se lembram menos da informação do que os leitores de livros tradicionais, e isto apesar de a leitura no e-reader ser mais fácil e relaxante.

Assim sendo, só nos resta esperar que os produtores ebooks comecem a usar tipos de letra que enganem o cérebro e o convençam que o que lemos no ecrã é mesmo para levar a sério.

Ler no iPad

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Embora não seja um propriamente um e-reader, o tablet da Apple é um poderoso instrumento de leitura, sobretudo graças à qualidade e tamanho do seu ecrã e às inúmeras aplicações (apps) especificamente dedicadas à leitura.

A começar pela da própria Apple, o iBooks, uma app concebida tanto para iPad como para iPhone, que já vai na versão 1.2, e que permite organizar a nossa biblioteca por colecção, separar os arquivos pdf dos ePub e dá acesso directo à loja da Apple para adicionar títulos. Como vimos atrás, a iBooks suporta arquivos pdf e ePub (não protegido), e tem versão em português. A leitura é muito simples, tanto com o aparelho na vertical como na horizontal, permite pesquisa no texto e no dicionário, adicionar marcadores e notas, e aumentar ou diminuir o tamanho do texto.

A app Kindle, da Amazon, permite acesso à loja Kindle da Amazon, com os seus mais de 775 000 livros. Permite também o acesso ao arquivo de livros de domínio público do Projecto Gutenberg e ao Internet Archive.

A app Stanza, da Lexcycle, é outra aplicação muito popular e lê ficheiros ePub, PDF, Comic Book Archive (CBR & CBZ), e DjVu. Fornece a acesso directo a várias lojas de ebooks e a 50 000 clássicos gratuitos, sobretudo em língua inglesa.

Outras aplicações semelhantes são o Ereader, da Fictionwise, o Nook, da Barnes & Noble, e o Kobo, da Kobo inc.

Deixei para o fim um dos meus favoritos, o iFlow Reader,  da  BeamItDown Software, que analisarei num outro post.

Para além destas apps, a App Store disponibiliza ainda aplicações específicas, como Shakespeare, da Readdle, com as obras completas de Shakespeare, a Marvel Comics da Marvel Entertainment, para banda desenhada, e a Classics, da Spreadsong, Inc., com mais de  23 mil livros clássicos gratuitos.

O «livro como app» começa a ganhar cada vez mais adeptos, e muitas vezes mais não é do que a adaptação de um clássico da literatura às possibilidades oferecidas pelo iPad. Os exemplos mais conhecidos são Alice for the iPad, da Atomic Antelope ($8.99),  Dracula: The Official Stoker Family Edition, da PadWorx Digital Media Inc. ($4,99), e, em português, A menina do Narizinho Arrebitado, da Editora Globo.

Quanto a periódicos, e apenas em português de Portugal, destacamos os jornais Público, JN, DN e Jornal de Negócios, e a revista Visão, uma das minhas favoritas e a que voltarei posteriormente.

Finalmente, existem também para apps que facilitam a leitura de conteúdos mediante RSS ou redes sociais. Nestas destaca-se claramente o Flipboard, que torna a leitura de notícias (do Google Reader, por exemplo), de redes sociais (Twitter, Facebook) ou de imagens uma experiência absolutamente inovadora.

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