Aplicação de leitura do Facebook pode ter de mudar de nome

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small__6305470569A Paper, aplicação para leitura de notícias que o Facebook anunciou na semana passada, afinal poderá ter de mudar de nome. Paper é também o nome de uma app para iPad, produzida pela FiftyThree, cujo responsável revelou hoje já ter solictidado ao Facebook que deixasse de usar o nome da sua marca.

O Faceboook recusou-se a comentar, mas o mais provável é já ter começado a procurar um novo nome para a sua nova aplicação.
photo credit: woodleywonderworks via photopin cc

Facebook lança aplicação de leitura

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paperO Facebook vai lançar, na próxima segunda-feira, uma aplicação para dispositivos móveis que permite a leitura de notícias e partilha na sua rede social.

Por enquanto, a aplicação apenas estará disponível nos Estados Unidos e para smartphones iPhone.

Intitulada Paper, a aplicação tem um funcionamento  semelhante ao do Flipboard, como se pode ver pelo seguinte vídeo:

 

Posts do Facebook perduram mais na memória que livros e rostos

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Se isto fosse um post no Facebook, perduraria mais tempo na sua memória que o trecho de um livro ou um rosto. Esta é a surpreendente conclusão de um estudo da Universidade da Califórnia, San Diego e da Universidade de Warwick, publicado no Springer journal Memory & Cognition.

Intitulado «Major Memory for Microblogs», o estudo demonstrou que as atualizações de estado no Facebook foram uma vez e meia mais lembradas do que trechos de livros e duas vezes e meia mais do que rostos: uma diferença comparável à que existe entre amnésicos e pessoas com uma memória saudável. E não se tratou apenas de atualizações de estado de amigos do Facebook, mas também de cerca de 200 posts anónimos. Além disso, foram removidos todos os traços de comunicação digital informal (como emoticons, exclamações, pontos, etc.) para verificar se esses elementos facilitavam a memorização.

De acordo com os investigadores, uma explicação para este facto residirá numa espécie de pré-disposição do cérebro em guardar elementos de comunicação digital. A linguagem informal do Facebook está mais próxima do registo informal da comunicação oral, com o qual o nosso cérebro humano está familiarizado há muito mais tempo (a linguagem escrita formal é recente em termos de história da humanidade), sendo por isso mais fácil de assimilar e de recordar pelo cérebro.

The Wall Street Journal já pode ser lido no Facebook

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O periódico norte-americano The Wall Street Journal lançou hoje uma aplicação para para Facebook, designada WSJ Social, que permite aos leitores ler, partilhar e comentar as notícias do jornal sem sair da rede social. De acordo com os responsáveis pelo WSJ, depois de um primeira etapa de testes, as notícias e reportagens publicadas através da aplicação combinarão conteúdos grátis e outros pagos, à semelhança do que já acontece com a página web do jornal.

Via La Vanguardia

Redes sociais e as nossas vidas [estudo]

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Acaba de ser publicado mais um estudo do Pew Internet and American Life Report, desta vez sobre o impacto das redes sociais nas nossas vidas.

O estudo comprova mais uma vez que o Facebook se tornou praticamente sinónimo de rede social, predominando claramente em relação às outras redes. Quanto à utilização que se faz da rede social, em média, por dia, os utilizadores do Facebook:

  • 15% actualizam o seu estado.
  • 22% comentam o post ou estado de outros utilizadores.
  • 20% comentam a foto de outros utilizadores.
  • 26% «Gostam» do conteúdo de outros utilizadores.
  • 10% enviam uma mensagem privada

A maioria dos utilizadores do Facebook (56%) actualiza o seu estado menos de uma vez por semana. Apenas 15% actualiza o seu estado pelo menos uma vez por dia e cerca de 16% nunca actualizou o seu estado.