Quase um terço dos ingleses já lê ebooks

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inqUm inquérito sobre hábitos de leitura realizado em Inglaterra pelo DJS Research for Booktrust [PDF] revela que 29% dos britânicos já adoptou os ebooks e 11% leem-nos mesmo diariamente.

O inquérito revela outros dados interessantes, como a persistência da clivagem económico/social em termos de hábitos de leitura e a importância da família na criação desse hábito. Demonstra também que um crescente número de inquiridos (45%) afirma preferir ver televisão e filmes do que ler.

Via The Guardian

 

Leitores digitais leem mais

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usatodayUm inquérito realizado nos EUA pelo USA Today e pelo Bookish demonstrou que mais de um terço dos leitores que optaram por suportes digitais passaram a ler mais. Esta percentagem é ainda mais significativa nos leitores jovens (abaixo dos 40 anos), como se pode ver pela imagem acima.

Quarenta por cento dos inquiridos afirma possuir um dispositivo de leitura de ebooks (e-reader ou tablet), quando em 2011 (inquérito pew) eram apenas 18%.

Em média, os adultos leitores de ebooks leem 18 livros por ano, um número bastante acima dos leitores tradicionais, cuja média se fica pelos 11. Os géneros preferidos são a ficção científica e a literatura fantástica, a que se segue os romances de mistério.

Via Lectura lab

Hábitos de leitura digital de crianças e jovens [infográfico]

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Um infográfico da Booknet Canada a partir dos dados do estudo Measuring Attitudes and Adoption of Digital Content for Kids and Teens.

Infographic-Kids-Teens-E-Reading Study-BNC-Blog-BookNet-Canada

 

Infographic Source URL: http://www.booknetcanada.ca/blog/2013/9/16/infographic-kids-teens-e-reading-study.html

Via Infodocket

 

 

Os ebooks são piores para as crianças que os livros em papel?

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leripadNum interessante artigo publicado no Digital Book World, Beth Bacon analisa os resultados do estudo Children’s on-screen reading overtakes reading in print que o National Literacy Trust  do Reino Unido publicou no mês passado, e onde se faz a seguinte afirmação:

«Pela primeira vez as crianças estão a ler mais em computadores e noutros dispositivos eletrónicos do que a ler livros, revistas, jornais e banda desenhada. Isto é potencialmente prejudicial para os níveis de leitura das crianças, pois as que leem diariamente em ecrã são menos propensas a ser bons leitores que aquelas que leem livros impressos.»

Bacon desmonta a relação direta que o estudo estabelece entre o tipo de suporte usado e as capacidades leitoras, afirmando que a única coisa que fica provada é que crianças que são boas leitoras leem tudo, desde pacotes de cereais a jornais abandonados nas mesas dos cafés, e tanto digital como impresso, e toda esta leitura torna-as leitoras mais proficientes. Mas isto não prova que os ebooks conduzem a  níveis inferiores de leitura. O facto de os leitores que estão acima da média lerem mais livros impressos que os que se encontram abaixo da média não significa que os os livros digitais contribuam para menores níveis de leitura.

Concordo com a autora do artigo. Num estudo realizado no âmbito do projeto «Sintra e-conteúdos», junto de 200 crianças dos 9 aos 14 anos, que tiveram contacto semanal com leitura de ebooks ao longo do letivo 2011/12, e que já aqui citámos, demonstrou-se que os bons leitores (que leem todos os dias ou quase todos os dias) continuam a preferir os formatos impressos, mas os não-leitores (crianças que raramente ou nunca leem) passaram a ler mais com os suportes digitais. Isto é, os ebooks poderão criar leitores e melhorar os níveis de leitura em crianças que de outro modo continuariam não-leitoras.

Assim, o que é essencial é oferecer às crianças livros em suportes diversificados (papel, e-readers, tablets, smartphones….) e diferentes tipos de leitura (livros e ebooks tradicionais, multimédia, interativos, livros-jogo) e criar contextos de leitura ricos e adaptados aos interesses das crianças e à forma preferencial como consomem informação.

Webinar gratuito sobre crianças e ebooks

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webinarO Digital Book World vai levar a cabo, amanhã, pelas 17 h (hora de Portugal continental), um webinar intitulado The ABCs of Kids & Ebooks: Understanding the E-Reading Habits of Children Aged 2-13, onde se abordarão temas como a dimensão do mercado de ebooks para crianças nos EUA, os principais dispositivos de acesso, a forma como crianças e pais descobrem novos conteúdos digitais e os hábitos de leitura das crianças.

O webinar, com uma hora de duração, é gratuito, mas obriga a um registo prévio.

Percentagem de crianças que já leu um ebook duplicou nos últimos 2 anos [EUA]

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Este é um dos dados mais relevantes do relatório Kids & Family Reading Report, que a norte-americana Scholastic realiza de dois em dois anos e que estuda os hábitos de leitura de crianças e jovens (6-17 anos) e respetivos pais.De acordo com estudo divulgado ontem, 46% das crianças norte-americanas já leu um ebook (em 2010 eram apenas 25%)  e 72% dos pais têm interesse em que o seu filho leia ebooks.

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O dispositivo mais usado na leitura de ebooks por crianças foi o iPad (há dois anos o computador portátil era o dispositivo mais usado).

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Entre as crianças que já leram um ebook, uma em cada cinco afirma que agora lê mais (tendência mais acentuada entre os rapazes). Cerca de metade das crianças e jovens entre os 6 e os 17 anos afirma que leria mais se tivesse mais acesso a ebooks. Apenas 47% dos rapazes e 56% das raparigas consideram a leitura recreativa importante)

O relatório completo está disponível gratuitamente, em pdf, com ou sem apêndices.

Leitura de ebooks aumenta, de livros impressos diminui [estudo]

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Um relatório recentemente publicado pelo Pew Internet & American Life Project revela que 23% dos americanos maiores de 16 anos leu um ebook no ano de 2012, um valor bastante acima dos 16% do ano anterior. Entre as pessoas que nos últimos 12 meses leram pelo menos um livro, essa percentagem é já de 30% (21% no ano anterior).

Em contrapartida, a leitura de livros impressos caiu de 72% para 67% no mesmo período.
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Também a posse de dispositivos eletrónicos de leitura cresceu extraordinariamente, tanto de e-readers como tablets.
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Leitura em dispositivos móveis: os jovens leem tanto como os mais velhos

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readingEsta é uma das principais conclusões de  um estudo realizado nos EUA pelo Pew Research Center’s Project for Excellence in Journalism e pelo The Economist Group. Contudo, este perfil de leitores tem algumas cambiantes interessantes: embora com níveis de leitura semelhantes aos mais velhos, os jovens, ao contrário destes, já abandonaram maioritariamente o consumo de notícias em papel e utilizam mais o smartphone do que os mais velhos (para estes o dispositivo preferido é o iPad).

Outra das conclusões é uma clara predominância do sexo masculino e também o facto de a maioria dos leitores preferir uma experiência de leitura semelhante ao papel, sem multimédia (preferência que, estranhamente – ou talvez não – é mais acentuada junto dos mais jovens).

photo credit: henry… via photopin cc

 

Adultos dos 30 aos 39 anos são os maiores adeptos da leitura digital

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De acordo com o estudo «Younger Americans’ Reading and Library Habits» divulgado hoje pelo Pew Research Center’s Internet & American Life Project, adolescentes (16-17 anos) e  idosos (+65 anos) são, das faixas etárias estudadas, as que leem menos ebooks (10% e 8% respetivamente). No sentido oposto, adultos dos 30 aos 39 anos são os maiores adeptos da leitura digital, com 25% a afirmarem terem lido ebooks nos últimos 12 meses.

Outro dado interessante é a predileção pela leitura em telemóvel entre os jovens leitores de ebooks (16-29 anos), com 41% a afirmarem usarem esse dispositivo, muito acima dos utilizadores de e-readers e de tablets (23% e 16%), que são os dispositivos preferidos pelos leitores mais velhos. Contudo, a maioria dos ebooks linda é lida no computador.

Outros dados importantes mostram-nos que 83% dos americanos entre 16 e 30 anos leram um livro no ano passado, 75% uma versão impressa, 19% um ebook e 11% ouviram um audiobook. 56% dos americanos maiores de 16 anos frequentaram uma biblioteca no mesmo período.

A mudança nos hábitos de leitura de notícias

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Um inquérito realizado pelo Mobiles Republic  em 6 países do mundo que demonstra que as aplicações móveis (sobretudo dispositivos Android) são hoje a principal forma de acesso às notícias, muito à frente dos jornais impressos, do rádio e da televisão.

Os três aspetos mais valorizados no acesso às notícias é a informação clara e precisa (80%), actualizada (59%) e gratuita (58%). O tipo de site ou aplicação mais usados no acesso à informação são, em primeiro lugar, as aplicações de notícias, seguidos dos agregadores, da facebook e do twitter.

Eis o infográfico produzido a partir dos dados do inquérito (clicar para ampliar):

 

 

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