O Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) determinou ontem que os ebooks devem estar sujeitos à taxa máxima do imposto sobre o valor acrescentado (IVA), não podendo usufruir da taxa reduzida como acontece com os livros em papel,
Em janeiro de 2012, a França e o Luxemburgo haviam baixado o IVA sobre os ebooks (para 5,5% para 3%, respetivamente), aplicando-lhes a mesma taxa que incide sobre os livros em papel. A Comissão Europeia pediu então ao TJUE para analisar se essas medidas violavam a legislação europeia sobre o IVA, e a decisão foi conhecida esta quinta-feira. Os dois países têm agora um mês para aumentar para 20% a taxa aplicada aos ebooks.
Para o tribunal, os ebooks são considerados um serviço e não uma mercadoria e como tal não podem ser equiparados aos livros em papel.
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Como 
A saga do IVA aplicado aos ebooks continua. Depois de Espanha ter sido obrigada a revogar a sua decisão de aplicar aos ebooks uma taxa de IVA (reduzida) semelhante à dos livros em papel, a União Europeia volta-se agora contra França e Luxemburgo, que, desde janeiro deste ano, aplicam um IVA reduzido sobre a venda de ebooks, de 7 por cento e 3 por cento, respectivamente. Esta decisão surge dias depois da
A França e o Luxemburgo tornaram-se os primeiros países da União Europeia a equiparar o IVA dos ebooks ao dos livros impressos, que passam a ter uma taxa de 7% (França) e 3% (Luxemburgo). Em Portugal, aos livros impressos é aplicada a taxa reduzida do IVA (6%), enquanto os ebooks são taxados pelo valor máximo, 23%. Esta desconformidade, comum nos países da União Europeia, parece agora a caminho de se desvanecer, como resultado de uma
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