Revista gratuita sobre cultura digital

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Tem o título de Caracteres-Estudios culturales y críticos de la esfera digital e é uma revista académica espanhola independente (sediada em Salamanca) orientada para a análise crítica da cultura, do pensamento e da sociedade da esfera digital. Tem como editores David Andrés Castillo (Univerzita Karlova – Rep. Checa), Juan Carlos Cruz Suárez (Aarhus Universitet – Dinamarca) e Daniel Escandell Montiel (Universidad de Salamanca – España). Publicou o primeiro número em maio de 2012 e está previsto um número novo em novembro deste ano.

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Revista digital sobre leitura e literatura para crianças e jovens

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Chama-se Emília (talvez inspirada na personagem homónima do Sítio do Picapau Amarelo de Monteiro Lobato), e é uma revista digital sobre leitura e literatura infanto-juvenil que nos chega do outro lado do Atlântico.

«Dirigida a um público amplo, a Revista EMÍLIA dialoga com todos que se interessam pela formação de leitores e que são mediadores de leitura: pais, professores, educadores, bibliotecários, promotores de leitura e especialistas. EMÍLIA também dialoga com quem torna possível a criação, produção e divulgação dos livros para crianças e jovens: autores, ilustradores, editores, livreiros, jornalistas, críticos e estudiosos.»

Entre o conteúdo já publicado, destaque para o artigo «Como escolher boa literatura para crianças? Buscando critérios para a escolha de livros», da autoria de Yolanda Reyes, educadora, fundadora e diretora do Instituto Espantapájaros, em Bogotá (Colômbia).

A Emília pode ser também acompanhada no Twitter e no Facebook.

A sátira: revista humorística de caricaturas online

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«A 1 de Fevereiro de 1911 aparecia em Lisboa, para uma crítica generalizada da sociedade, a que não escapava o novo regime republicano, A Sátira. Revista Humorística de Caricaturas. Cem anos depois, para assinalar a efeméride, a Hemeroteca Municipal de Lisboa decidiu digitalizar e disponibilizar em linha esta publicação. A Sátira, como tantos outros títulos humorísticos, teve uma existência meteórica, publicando apenas 4 números. Foi dirigida por Joaquim Guerreiro, e teve como editor Stuart de Carvalhais. A revista teve um papel importante na introdução do modernismo no meio artístico lisboeta, pelo que não surpreende que, no rol dos lápis colaborantes, sobressaia a provocadora geração modernista: Jorge Barradas, Sanches Castro, Christiano Cruz, Correia Dias, Luís Filipe, Almada Negreiros, entre outros. Na parte literária destacavam-se André Brun, Alfredo França, Cardoso Martha e Albino Forjaz Sampaio. Para se deliciar com a sátira d’A Sátira à sociedade portuguesa de 1911 clique aqui
As revistas encontram-se disponíveis em formato HTML e PDF, sendo que o tamanho do ficheiro pdf oscila entre 30 e 40 MB.

Texto: Hemeroteca Municipal de Lisboa