Porque é que se vendem mais e-readers do que ebooks [Espanha]

8 comentários


Foi uma notícia que surpreendeu a blogosfera no final do ano passado. Em Espanha, em 2011, as vendas de e-readers totalizaram 280 000 unidades, mas os seus proprietários apenas compraram 190 000 ebooks. David González, em La Información, apresenta hoje 3 motivos para esse fenómeno:

  1. Muitos e-readers foram oferta, sobretudo na época de Natal
  2. Muitos e-readers vêm já equipados com uma biblioteca da clássicos de domínio público
  3. Grande parte das lojas de ebooks não contabiliza a não-ficção nas suas vendas, e «“80% das vendas de conteúdo digital para e-readers costuma ser subscrições de conteúdo digital jurídico».

Para ler aqui.

Venda de e-readers continua a bater recordes

Deixe um comentário


Contrariando a previsão de que sucesso do tablet acabaria por impor este formato ao e-reader de tinta eletrónica, a verdade é que a vantagem de uma bateria de longa duração e o conforto de leitura, aliados a um preço que é sempre menos de metade de um tablet, continuam a favorecer as vendas de e-readers.

De acordo com o DigiTimes, este ano serão vendidas entre 28 e 30 milhões de unidades, o dobro de 2010, e as previsões para o próximo ano apontam para um número não inferior a 30 milhões.

A própria Amazon reconheceu que se trata de produtos com públicos-alvo diferentes ao lançar dois novos modelos de e-readers no anúncio do seu tablet Kindle Fire.