Na Alemanha, ebooks eróticos só podem ser adquiridos depois das 22h

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9171753057_4a103ab9a6_nA Associação Alemã de Editores e Livreiros determinou que os ebooks para público adulto apenas podem ser vendidos a partir das 10 da noite. A nova lei obriga os editores a identificar, através de metadados, todos os livros com conteúdos não adequados aos jovens e que permita que as lojas apenas os disponibilizem entre as 10 da noite e as 6 da manhã.

Quem não cumprir arrisca multas, que podem chegar aos 500 mil euros. Esta nova lei é na prática uma extensão de uma lei de 2002, chamada Jugendmedienschutz-Staatsvertrag, e que visa impedir que crinças adquiram revistas, romances gráficos e livros considerados para adultos.

Alguns editores já puseram em causa a eficácia desta nova norma, considerando que fazia mais sentido um sistema que obrigasse os compradores a provarem a idade.

Via GoodEreader
photo credit: DSC00876 via photopin (license)

Venda de ebooks nos EUA com uma quebra de 6% em 2014

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medium_6816581220Em 2014 foram vendidos nos EUA, o principal mercado mundial, 223 milhões de ebooks, menos 17 milhões do que no ano anterior.

Estes dados foram apresentados pela Nielsen na BookExpo America e resultam da PubTrack Digital, que recolhe estatísticas das vendas de ebooks das 30 maiores editoras norte-americanas.

O mercado de ebooks representou no ano passado 26% do mercado de edição, uma diminuição de dois pontos percentuais relativamente a 2013.

A ficção juvenil cresceu 10% em 2014, embora represente somente 15% do mercado global nesta categoria. Isto deve-se, de acordo com a Nielsen, ao facto de mais de metade dos adolescentes continuar a preferir formatos impressos (24% preferem decididamente livros em papel e 30% preferem o papel mas estão disponíveis para ler ebooks).

Estes dados confirmam o abrandamento do mercado de ebooks nos EUA nos dois últimos anos, depois de um espetacular crescimento, na ordem dos 3 dígitos, nos primeiros anos da década (300% em 2010, por exemplo).

Curiosamente, apesar do decréscimo no número de unidades vendidas, os lucros da comércio de ebooks cresceram 5% em 2014, de acordo com a  Association of American Publishers ($15,7 mil milhões, comparado com $15 mil milhões em 2013).

Via The Book Seller

Ebooks e vendas online ultrapassam lojas físicas nos EUA

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small__3394121594Um estudo da BookStats, divulgado pelo Engagdet, avança que as vendas online e os ebooks geraram, nos EUA, uma receita de  7540 milhões de dólares em 2013, enquanto as vendas em lojas físicas ficaram pelos 7120 milhões. A venda de ebooks aumentou 10% entre 2012 e 2013, embora os lucros não tenham registado um aumento semelhante, o que poderá ter ficado a dever-se a uma diminuição de preços.

 photo credit: jblyberg via photopin cc

Ebooks já representam quase 23% do mercado editorial norte-americano

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mercadoDe acordo com a Association of American Publishers (AAP), a venda de ebooks nos EUA, em 2012, gerou uma receita receita de 1,54 mil milhões de dólares. O valor equivale a 22,55% dos $ 7,1 mil milhões de dólares de vendas do mercado editorial.

O mercado de ebooks norte-americano cresceu de 0,05% em 2002 para 0,50% em 2006, atingindo 1,18% em 2008.  A partir do ano seguinte o crescimento foi assinalável:  3,17% em 2009,  16,98% em 2011 e  os já citados 22.55% em 2012.

O género mais vendido, no formato ebook, foi o de livros para adultos (ficção e não ficção, com um crescimento de 5,6% em relação ao ano anterior), mas o que registou maior crescimento foi o de ebooks para crianças e jovens, com mais 13,1% do que em 2012.

Amazon tem patente para vender ebooks usados

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amazonTal como tem sido amplamente debatido, os ebooks que adquirimos na Amazon e noutras lojas similares não são efetivamente nossos, apenas possuímos uma espécie de licença para a sua utilização. Entre outros inconvenientes, esta situação impede, por exemplo, que possamos revender o ebook depois de lido, tal como podemos fazer com um livro em papel. Contudo, de acordo com o que é hoje divulgado pelo Publishers Weekly, a Amazon tem uma patente que permitirá ao utilizador revender o ebook que anteriormente adquiriu, numa espécie de mercado em segunda mão da própria Amazon. Evidentemente, a venda é feita apenas através da própria Amazon e certamente nos termos por ela definidos.

O facto de a Amazon ter registado a patente, não significa que o sistema venha a ser disponibilizado ao público, mas poderá ser um primeiro para uma maior atenção aos direitos dos leitores.

Amazon: venda de ebooks aumentou 70% em 2012. Kindle Fire em alta

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amazonA Amazon acaba de anunciou ontem os seus resultados de 2012, e uma das conclusões destacadas por Jeff Bezos (fundador e CEO da Amazon) foi o extraordinário crescimento do negócio da venda de ebooks (um aumento de 70% relativamente a 2011). Em contraste, a venda de livros em papel registou em dezembro o menor crescimento de toda a história de 17 anos da Amazon.

O Kindle Fire, tablet da Amazon, é o item mais popular para os clientes da multinacional americana: é o artigo mais vendido, mais oferecido e mais desejado nas lojas da Amazon espalhadas pelo mundo.

No global, o volume de vendas da Amazon aumentou 27% em 2012: 61,09 mil milhões de dólares (48,08 mil milhões em 2011).

 

 

Livrada – ebooks em forma de cartão de oferta

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Está desde ontem disponível uma nova forma de comprar e oferecer ebooks. A empresa norte-americana Livrada , em associação com a cadeia de lojas Target, criou cartões que reproduzem a capa dos livr0s (incluindo uma descrição do mesmo) e que, depois de adquiridos, podem ser utilizados para fazer o download do respetivo ebook para um dispositivo de leitura.

Por enquanto, o serviço apenas está disponível para Kindle e Nook e com seis títulos best-sellers do New York Times, mas a empresa prevê alargar o serviço à generalidade dos e-readers e diversificar a oferta de títulos.

Este poderá ser um modelo de negócio interessante para as livrarias físicas continuarem a desempenhar o seu papel no mundo digital.

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